sábado, 19 de novembro de 2011

$$$$$Cortinas: modelos diversos (sem preço) e regras

http://casa.abril.com.br/materias/moveis/cortinas-regrinhas-ajudam-voce-acertar-sua-582246.shtml
http://casaspossiveis.blogspot.com/2011/08/invente-suas-cortinas.html
Para acertar sempre

Cortinas: regras para você acertar nas medidas

Desvendamos o mistério que ronda o caimento do tecido, o comprimento da cortina e até sua distância em relação ao teto. 


Aqui, a cortina curta que ocupava toda a largura da parede cedeu lugar a um modelo longo e mais estreito, que se restringe ao vão da janela. A solução deixa o ambiente mais leve. “O espaço que sobra nas laterais pode ganhar quadrinhos ou até uma luminária”, sugere Rosamaria Costa, da Casa Mineira, loja paulistana de cortinas. Se você não gosta ou não pode ter uma cortina até o chão porque há um móvel na frente, por exemplo, veja a sugestão de Rosamaria: “Experimente trocar a cortina curta por um painel reto do tipo rolô, que não tem as dobras verticais. Fica mais elegante. O melhor tecido para esse painel é o linho, mais encorpado”. Cores e estampas estão liberadas, desde que em harmonia com a decoração. Modelos lisos são sempre corretos e fáceis de combinar. Antes de escolher o tecido, veja se ele resiste ao sol – tons fortes e estampas podem desbotar se expostos a muita claridade.
Descubra a altura ideal para pendurara a sua cortina

Errado. Se a janela for baixa e você instalar o trilho ou o varão logo acima dela, a impressão será de achatamento do pé-direito do ambiente.
Certo. Se o pé-direito for bem alto, instale a cortina a meio caminho entre o teto e a parte superior da janela. Usando varões, é mais fácil regular a altura.


Errado. A cortina longa demais prejudica a circulação e acumula poeira. Por isso, faça a barra no comprimento certo e, para não sofrer com o encolhimento do tecido, invista duas vezes ao ano no serviço de uma boa lavanderia.
Certo. Para obter efeito de amplidão, um bom truque é que a cortina seja o mais alta possível. Hoje há até modelos de trilho apropriados para fixação direta no teto.



Certo. “A cortina ideal apenas toca o chão e deve ter o caimento leve, semelhante ao do voal”, ensina o designer de interiores Stéfano Barino, do Rio de Janeiro. Mantenha o arraste – a bainha extra – no máximo em 4 cm.



Em lojas diferentes, foram encontrados os seis xales coloridos de 1,10 x 2,50 m de altura, cada um. Os lisos de xantungue de seda foram dispostos nas laterais (Ethnix), e os listrados de voal, no centro (Espaço Til). O truque foi não usar forro: assim, apesar das cores fortes, a transparência mantém a leveza dos tecidos. Com alças passantes, as peças deslizam em um varão de bambu de 2 m de comprimento. Mas atenção: as alças passantes para varões são práticas, mas pouco aconselhadas em cortinas maiores, em que ficam pesadas para correr. Projeto de Mario Almeida.

Presa ao teto, a persiana de alumínio (Luxaflex) filtra a luz e aparece combinada com os xales fixos de organza de seda (Empório Beraldin). A sobreposição suaviza a frieza do metal, na opinião de Roberto Negrete, autor do projeto. A cortina de 2,80 m de altura é presa em trilho suíço. Mais uma vez, a prega americana surge como a eleita. Executada pela Cortinas Vila Prudente, a costura chama a atenção pela barra alta, de 45 cm.

Aqui, a pintura na parede define o tom da cortina, presa em trilho suíço duplo embutido. A seda rústica sem brilho foi a escolha para os xales. “Para conseguir um bom caimento e estender a durabilidade deste tecido, mando forrá-lo com flanela e tergal”, avisa Oscar Mikail, autor do projeto. Antes, vem o voal. Ambos costurados com a prega macho (intervalo de 10 cm), que gasta menos pano que a americana. Repare ainda no detalhe das braçadeiras clássicas. Tecidos da Coquelicots confeccionados por Monica Bagatelli.

Pétalas de acetato colorem este modelo, inspirado nos tons dos estofados. Recortadas a mão, elas foram presas pelo miolo no centro de cada bandeira, com 2 m de largura e 2,90 m de altura. O tecido sintético changeant, que parece mudar de cor, garantiu privacidade sem roubar a luz natural. Com 25 cm, a barra dupla segue pelas laterais. Projeto de Marilda Brandão.

Os painéis de voal (Larmod), presos ao trilho por velcros, são fáceis de desprender. Essa é uma das vantagens do modelo acionado como persiana. Cada bandeira de 89 cm de largura e 2,68 m de altura intercala varetas de aço de 30 em 30 cm, o que permite suspender as peças por cordões. Projeto de Ricardo Caminada e execução da Casa Mineira.

Numa de suas andanças pela rua 25 de Março, em São Paulo, a artista plástica Ana Cordeiro se apaixonou pelo tecido de voal sintético estampado. Decidiu transformá-lo numa cortina básica de 1,45 m de largura e 2,50 m de altura, com barras de 25 cm em cada extremidade. Para dar charme, pendurou cristais em fios de náilon presos ao trilho suíço (à direita).

Neste ambiente, instalou-se um varão de metal abaixo do teto para os xales de seda, presos por ilhoses. Com 9 m de largura cada um, eles têm a metragem exata para fechar o vão de 3,50 m da janela. O complemento é a cortina de voal misto (36 m) que corre num trilho atrás da sanca. Projeto de Adriana Penteado.

Costuradas sob as duas folhas de organza de 1,70 m de largura, as faixas de 20 cm de seda cinza sugerem um visual contemporâneo e sofisticado, que parece alongar o pé-direito de 2,60 m de altura. As tiras foram atadas só na parte superior da organza, que ganhou uma barra de 2 cm de altura. Instalada num trilho suíço, esta cortina é levemente franzida. Você pode obter esse efeito sem lançar mão de pregas, apenas usando um volume a mais de tecido. Neste caso, foi comprado um terço de organza além da largura do trilho. Projeto de Raquel Melo e Camila Caló e execução da Donatelli.

A cortina que separa a sala de estar da varanda nada mais é do que uma grande franja de pingentes. Comprada pela moradora em uma viagem a Paris, ela inspira uma atmosfera romântica, sem roubar luz. Com 1,10 x 3,50 m de altura, a peça é composta de fios de raiom que pendem de um bandô de 20 cm de altura feito do mesmo material tecido manualmente. Esse bandô está suspenso num trilho suíço metálico. Por sinal, o raiom é o material mais indicado para criar cortinas de fios soltos: a fibra têxtil de celulose não embaralha nem forma nós. Instalação pela Casa dos Tapetes Manuais.

O rolô de bambu, antes pesado e marcante, virou um painel que corre num trilho suíço. Para suavizar o visual, foi fixado um varão metálico do qual pende uma gaze de linho. Costurado com ilhoses (Atelier), o pano ganhou curvas sinuosas. A gaze de linho, que combina com materiais naturais, como madeira e bambu, tem um bom caimento ao ser pendurada. “Para que a barra fique perfeita, faça o acabamento no local pelo menos um dia após a instalação”, aconselha Marcia Coelho, autora do projeto.

Para proteger os móveis e o tapete persa da sala, a moradora encomendou a cortina prática e fácil de lavar na Casa Fortaleza. Optou-se por um fundo liso franzido de voal e dois xales de 1 m de largura que mesclam linho e voal. Costurados com pregas do tipo macho, os xales receberam botões forrados na parte de cima. Suspensos num trilho suíço duplo a 2,50 m de altura, passam rente ao piso. Tecido sintético, o voal é sinônimo de praticidade e resistência: ele não encolhe com as lavagens, nem desbota facilmente, além de aceitar bem qualquer costura, da prega ao franzido.

Nesta sala, cada uma das cortinas com xale combinou dois tipos de seda (Safira Sedas), de texturas e tons diferentes (cru e fendi). A prega americana, com intervalo de 10 cm, cria um desenho sem excessos. A peça é presa em um varão duplo de aço escovado, com argolas. A altura da cortina é de 2,70 m, e da barra, de 10 cm. Projeto de Roberto Migotto e confecção de Marilei Boldrini.

Para trazer leveza ao ambiente, xales de organza (Safira Sedas) num tom que reproduz o rosa do quadro colocado bem ao lado da porta-balcão. Dois tipos de voal (Empório Beraldin) foram costurados juntos (execução da Wall Decor) e fazem as vezes de forro. Como o pé-direito é alto (3 m), o varão duplo de bronze fica 15 cm abaixo do teto, recurso que traz aconchego à sala. Cuidado na manutenção: como o tecido pode encolher, a lavagem deve ser feita a seco a cada seis meses. Projeto de Luciana Penna.

Neste apartamento, a TV fica na sala de estar, que recebe muita luz à tarde. Como medida para escurecer o ambiente, a escolha recaiu sobre a cortina do tipo blecaute. Para compor o visual, encomendou-se também um modelo que combina dois tons de voal: o marrom foi costurado de modo a formar um envelope e, no meio dele, entrou o voal dourado (execução da Slap Slap). Assim, o conjunto ajuda a segurar a luminosidade, sem eliminá-la totalmente. Um varão duplo sustenta as cortinas, presas em argolas. Projeto de Antônio Ferreira Jr. e Mário Celso Bernardes.

Além de ter um pé-direito superbaixo (apenas 2,40 m), o living deste apartamento tem aparelhos de ar-condicionado instalados junto ao teto, que precisariam ser disfarçados. A solução foi instalar um cortineiro de madeira laqueado de branco que cobre toda a parede e tem frestas para a saída do ar. Atrás dele, há um trilho suíço que sustenta a cortina de seda (Casa Fortaleza) que arrasta no chão, é simples e sem pregas. A idéia era ter algo leve para revelar um pouco da paisagem que há por trás da porta-balcão envidraçada. Projeto de Fernanda Marques.

Para esconder o trilho, deixou-se um espaço entre o forro de gesso rebaixado e a parede. Foi instalada uma cortina para cada janela. Os modelos, que arrastam no piso, combinam cambraia de linho e um linho mais fechado, costurado na altura de 60 cm, como se fosse uma barra. Projeto de Renata Parasmo de Angelis e execução da Coutinho Estofados.

Para esconder a caixa da persiana sobre a janela, a Donatelli Serviços criou um modelo duplo, em que panos de voal de linho sobrepostos formam um jogo de tons. Pouco volumosa, a cortina, que vai até o chão, fica projetada à frente da esquadria e está pendurada no trilho suíço, preso no teto. A parte de trás é quase transparente e deixa passar a luz mesmo fechada. Os panos escuros são movimentados com graciosos puxadores de bambu (Spazio Franccioli). Logo acima da barra, o bordado em ponto palito dá um charme extra.

O forro protege a cortina nos locais onde bate muito sol, além de evitar que o tecido mais delicado suje rapidamente em lugares com muita poeira ou poluição. Aqui, ele é de xantungue misto, e a cortina, de organza de seda com bordados de algodão. Projeto de Aline Cremonini.

Se houver cadeiras ou mesas próximas da janela, a cortina tipo romana, que abre para cima, é a mais adequada, pois se limita a fechar a abertura do vão. Neste caso, fitas costuradas à cortina de linho permitem amarrar a peça em diversas alturas, deixando à mostra um belo jardim. Os pingentes conferem um charme extra. Projeto de Cinthia Liberatori e execução da Arte Markante.

Feita de tela (fibra de vidro com PVC), a cortina romana translúcida (Luxaflex) sobe suavemente, em camadas, deixando exposta a vista da lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Como o sol é muito forte pela tarde, o modelo filtra a luz que entra no home office. A peça foi dividida em dois painéis de 1,50 x 2,30 m que podem parar em qualquer posição. Na manutenção, basta usar o bocal redondo do aspirador. Projeto de André Piva.

O vão de 8 m que divide a sala da varanda foi fechado com lâminas de linho (70 cm x 2,50 m), deixando um trespasse de cerca de 10 cm. Os painéis de gaze de linho bege ganham um contorno mais artesanal com a aplicação de pequenos canutilhos de madeira em toda a volta no ambiente de estar. O acabamento, além de valorizar a cortina, deixa o tecido mais pesado e, por isso, com melhor deslocamento nos trilhos suíços, que ficam embutidos em um vão no teto rebaixado de gesso. Projeto de Marco Antônio Gonçalves e execução da By Floor.

A neutralidade do branco foi escolhida para a cortina de flâmulas de gaze de linho (90 cm x 2,90 m, da Oficina 2) nesta sala de jantar. Para adicionar uma pitada de cor, painéis amarelos, que podem ser deslocados em qualquer posição. Cansou? Basta mudar o tom ou a textura do tecido, sempre mantendo a transparência e delicadeza. A gaze, que traz aconchego, se sobrepõe ao rolô (Uniflex), com película resistente à incidência solar, protegendo o ambiente de luz excessiva. Projeto de Miguel Pinto Guimarães.

A intenção era criar um espaço relaxante e com um quê oriental para o canto da TV. O sofá de estilo cama, com um colchão repleto de almofadas, soma-se à cortina de bambu (Decorativa) para completar o visual. Esse modelo torna a luz amarelada, agradável. Uma solução econômica e artesanal. Projeto do escritório Das Canoas.

A cortina precisava atender a muitas demandas: esconder a porta para a varanda, deixar passar a luz natural e conferir um ar romântico à sala do piano. A questão foi resolvida com organdi de algodão, compondo uma peça que forma um franzido leve. Parte do pano central fica solta e os lacinhos costurados no tecido permitem que ele seja enrolado e preso, originando uma abertura. Junto às alças, flores de seda fixadas com botões reforçam a atmosfera de delicadeza. O varão que sustenta a cortina de 3 m de altura é fininho e fica escondido na sanca. Projeto do ateliê de Silvia Rochat e Maria Inês Covolo.

Para proteger a sala de jantar do forte sol da tarde, e ao mesmo tempo conferir ao ambiente um toque de luxo, mas sem excessos, uma persiana plissada (Luxaflex) acompanha a cortina de seda fininha (Safira Sedas), quase transparente. Mas o ponto de atenção são os três xales de seda de tom prata. Confeccionados com pregas do tipo macho, eles foram levemente encorpados com forros de flanela. No xale do meio, uma braçadeira feita de cristais (Lustres Antigos) semelhantes aos do lustre seduz pelo brilho. Projeto de Miriam Dalla Valle e execução do ateliê Tutti Belli.

Na porta do tipo balcão, onde já existiam persiana e xale de linho, instalou-se uma cortina colorida que transformou a atmosfera comportada do lugar. A pedido da arquiteta Paula Abbud, a artista Susana Uribarri reproduziu sobre a seda reta algumas figuras inspiradas nas pinturas de Beatriz Milhazes (execução da Casa Mineira com tecido da Donatelli). A outra, de organza com estampas azuis, foi comprada pronta. O pulo-do-gato foi adaptar os dois panos no trilho existente. Casando com os desenhos, móbiles de acrílico dos irmãos Campana.

A estética africana serviu de inspiração para a criação deste painel. Cada pano de organdi (2,50 m de altura por 1 m de largura) recebe uma barra larga (20 cm) de linho marrom nas laterais. A árvore foi bordada a mão com pespontos, e pedacinhos de casca de coco costurados ao longo dos ramos remetem aos frutos. Neste ambiente, a cortina fica à frente de uma porta de vidro e acabou virando um painel fixo, já que os panos são amarrados no varão de bambu, que fica suspenso. Para mais mobilidade, amarre os fios em argolas. Projeto de Marilda Brandão.



Entre a sala de jantar e o home theater, a cortina de linho (Tramados Cortinas e Decorações) pode isolar os ambientes. Ela corre num trilho de alumínio de 1 x 1 cm embutido no forro de gesso. Projeto de Marcelo Alvarenga e Débora Ciociola.

1. O apartamento do revisor de texto Paulo Kaiser abriga mais de 4 mil livros. Por isso, ideias originais para expor e organizar os volumes são sempre bem-vindas. Neste canto da sala, ele aproveitou a área sob o banco de pínus (Amoreira) para dispor os títulos em pilhas, acomodadas horizontalmente. 2. Para criar diversos cenários e efeitos de luminosidade, esta cortina (Interiores Confecções) foi composta de três camadas de tecido: um linho sintético verde-claro, um linho off-white e um voal branco. "Consigo filtrar a luz para proteger os livros e brinco com o movimento das faixas", diz o morador.



http://casa.abril.com.br/materia/11-duvidas-sobre-cortinas






11 dúvidas sobre cortinas

Controlar o excesso de luminosidade, ganhar privacidade e esconder uma paisagem desagradável são as funções práticas das cortinas. No terreno das sensações, elas trazem ainda aconchego e criam um clima de casa pronta. Quer mais? A combinação de tecidos pode causar impacto na decoração. Mas, se não for planejada com cuidado, corre-se o risco de ter o efeito inverso. A seguir, conheça as respostas às dúvidas de vários leitores e defina a cortina certa para seu caso







1. Numa parede com várias janelas, deve-se usar apenas uma cortina? Ou cada janela deve ter a sua?

As duas situações são possíveis na opinião dos profissionais. "Se o espaçamento entre as janelas for menor que 1 m, aconselho uma cortina única", diz Ester Schop, do ateliê Tutti Belli. Para Luciene Franccioli, da Spazio Franccioli, 40 cm de espaço entre as aberturas já justificam peças individuais. O designer de interiores Roberto Negrete prefere várias cortinas, mas não descarta a outra opção: "Quem faz essa escolha deve estar consciente de que poderá ver manchas de sombra na peça durante o dia".
2. Que modelo de cortina é adequado para janelas duplas ou portas balcão, que abrem para fora e para dentro?

"O ideal é deixar 50 cm de varão a mais em cada lado. Assim consegue-se acomodar o tecido quando as portas estão abertas", sugere Karin Killingsworth, da Arte Markante. "Rolôs, persianas e cortinas romanas são as opções para quem não dispõe de espaço nas laterais", diz Lucia Dorsa, da Uniflex. O problema é que essas cortinas quase somem quando fechadas. A designer Marilda também costuma usar brises (cortinas fixadas diretamente nas folhas de vidro).
3. Ambientes visualmente integrados, como sala de jantar e estar, devem ter cortinas iguais?

Nessa questão, os especialistas concordam que as peças precisam se repetir, senão causarão estranhamento. Mas a regra tem flexibilidade: quem não quiser cortinas idênticas opta por diferenças sutis. "Uma possibilidade é usar o mesmo tecido em modelos diferentes. Por exemplo, um com pregas e outro sem", propõe Karin. Luciene sugere um tecido liso e outro xadrez, com cores iguais, "mas quem estiver inseguro não deve arriscar". Na foto abaixo, o projeto de Verena Martins Ferreira, Márcia e Eduardo Batistelli traz cortinas iguais no estar e no jantar.





Divulgação
Foto: Luis Gomes
Foto: Luis Gomes

4. Quando usar forro? Qual sua função? Quais os tecidos mais indicados?

O forro protege a cortina nos locais onde bate muito sol. "Os raios solares desgastam os tecidos. O forro garante a durabilidade e a beleza dos materiais mais sensíveis", afirma Aline Cremonini, que assina o projeto abaixo - o forro é de xantungue misto, e a cortina, de organza de seda com bordados de algodão. Além disso, evita que as cortinas sujem rapidamente em lugares com muita poeira ou poluição. O tergal verão, o gabardine e o brim são os tecidos mais usados para essa função, porém há quem use blecautes e até persianas. Materiais sintéticos, como o voal, podem dispensar forros, mas a resistência diminui.





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Foto: Luis Gomes
Foto: Luis Gomes

5. Qual o tipo de tecido mais adequado: o de fibras sintéticas ou fibras naturais?

Depende. Quem privilegia a praticidade e a resistência escolhe tecidos sintéticos, como o voal: eles praticamente não estragam mesmo se a lavagem é feita em casa. Se você não abre mão dos naturais, atenção na hora da compra: "Observe sempre se são pré-encolhidos. Caso contrário, pode-se perder a cortina na primeira lavagem", ensina Ester. Sueli Bagatella aconselha a mandar os modelos de linho, algodão e seda para lavanderias: "A lavagem a seco também leva água, mas as empresas aplicam um produto que previne o encolhimento".
6. Cortinas longas devem arrastar no chão? Quantos centímetros devem sobrar?

Essa é uma decisão pessoal. "Tecido sobrando suja, pode ser pisado e acaba rasgando. Além disso, toma espaço", adverte Luciene Franccioli. A maioria opta por usar cortinas que tocam levemente o piso - "Beijando o chão", como diz Roberto Negrete. "Quem quer um ambiente mais clássico, e até mesmo mais chique, deve deixar que o tecido arraste. São suficientes 2 cm a mais na altura", ensina Karin. Segundo Ester, é possível ter até 5 cm de tecido sobrando. Na foto abaixo, a cortina de seda rústica indiana arrasta no piso. Tecido e execução da Formatex.





Divulgação
Foto: Luis Gomes
Foto: Luis Gomes

7. Em que situações é possível usar cortina curta, que não vai até o chão?

Na opinião unânime dos especialistas, cortina curta só em casos excepcionais "Quando há um móvel ou uma bancada embaixo, por exemplo. Isso acontece muito frequentemente nos quartos de bebê, em que os trocadores ficam logo abaixo da janela", explica Ester. Mas, se esse não for o caso, as cortinas devem ser longas sempre. "É muito mais elegante", diz a decoradora Renata de Angelis. Roberto Negrete também defende que a peça saia do teto: "É uma maneira de forçar a vista para cima, criando a sensação de pé-direito alto".
8. Quando usar a cortina do tipo romana, que abre para cima, ou a persiana?

Se houver cadeiras ou mesas próximas da janela, esses modelos são os mais adequados, pois se limitam a fechar a abertura do vão. "Nesses casos, gosto muito de usar a cortina romana: o peso dela evita que fique voando em cima dos móveis, como os modelos tradicionais", afirma Marilda Brandão. No projeto da arquiteta Cinthia Liberatori (abaixo), fitas costuradas à cortina romana de linho (execução da Arte Markante) permitem amarrar a peça em diversas alturas, deixando à mostra um belo jardim. Os pingentes pendurados conferem um charme extra.





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Foto: Luis Gomes
Foto: Luis Gomes

9. O que fazer com a caixa de persiana no lado interno do ambiente?

A regra é ocultá-la. Instalar um varão em volta da caixa é uma das soluções. Sueli sugere escondê-la com um bandô (estrutura de madeira envolvida por tecido) e então fixar um trilho na frente da caixa ou embaixo dela. Da máxima "se não puder vencê-la, junte-se a ela", vem esta idéia de Negrete: "Faça prateleiras do tamanho da caixa nas laterais. A cortina sai por baixo da caixa. É um bom jeito de disfarçá-la e ainda ganhar espaço para objetos".
10. Quanto tecido deve-se comprar para fazer uma cortina?

Há várias formas de calcular. A cortineira Marilei Boldrini sempre imagina uma janela-padrão de 2,50 m de largura. Para essa medida, se a cortina for pregueada, ela recomenda comprar quatro vezes a altura da cortina, acrescentando-se 50 cm a cada altura (10 cm para o cabeçote e 40 cm para a barra dupla). Uma cortina sem pregas pede três alturas - somadas aos 50 cm de cabeçote e barra. Outra equação é sugerida por Ester Schop, da Tutti Belli. Para um modelo de pregas, ela recomenda pegar uma vez a altura da cortina - com os 50 cm adicionais - e mais três vezes a largura da janela. Uma cortina mais leve precisa de apenas duas larguras.
11. O que fazer para que meu gato pare de arranhar tecidos e móveis?

"O que fazer para que meu gato pare de arranhar tecidos e móveis? Eles arranham para brincar, afiar as garras e se comunicar. Em vez de eliminar esse hábito, disponibilize locais, como arranhadores, em que ele possa exibir seu comportamento sem fazer estragos. Vale tornar a área que ele unha desagradável com fitas adesivas duplaface. Outro truque é espirrar água na cara do bichano na hora da ação. Se nada disso adiantar, coloque ao redor do sofá um fio de náilon amarrado a um objeto barulhento, como uma tampa de panela. Ele levará um pequeno susto sempre que atacar a peça e desistirá com o tempo. Para garantir a eficácia do processo, ofereça um arranhador e agrade-o quando estiver agindo certo. Há quem diga que o dono pode até arranhar um pouco para que o gato aprenda por observação". Alexandre Rossi é zootecnista e etólogo (especialista em comportamento animal).




http://www.mundodasdicas.net/
http://www.internetcultural.org/modelos-de-cortinas-com-fotos.html
http://cortinas.zip.net/
http://www.blogodorium.net/cortinas-para-sala-de-estarcomo-escolher-e-fotos-de-modelos/
http://cortinasepersianas.co/cortinas/modelos-de-cortinas/
http://cortinasepersianas.co/cortinas/cortinas-para-decoracao-de-quartos/

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http://casa.abril.com.br/materias/moveis/tres-ideias-customizar-cortina-617588.shtml#1


O tecido básico, gaze de linho branca, vai ganhar novos enfeites. Veja nas próximas fotos.

2 comentários:

  1. Estou comprando a cortina da minha sala e essa matéria me ajudou muito! Tirou várias dúvidas. As fotos, o texto, tudo está muito bem feito. Parabéns e obrigada!

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  2. a descrição da 3ª e 4ª imagem das cortinas está trocada... Vi no site original, por isso sei que ficou em lugar errado. Qto mais alto instalar as cortinas, melhor para alongar o pé direito.

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