sábado, 3 de setembro de 2016

Fim do casamento de Fátima Bernardes e William Bonner

Em 29 de agosto de 2016. 
Uma pena...
Depois que o Casal 20 da Globo se separou... acho que vou parar de escrever sobre casamentos. 

Sei que ela reclamava da grosseria dele já desde os tempos em que trabalhavam juntos no Jornal Nacional.
Pouca gente sabe, mas ela começou primeiro que ele no Jornal Nacional. 
E era chefe dele.
Depois ele se tornou chefe dela.

Com seu novo programa, desde junho de 2012, Fátima estaria ganhando 3 vezes mais o que Bonner ganha. 
E olha que ele é um dos jornalistas mais bem pagos do mundo...


Agora vou chamar os universitários... me expliquem aqui:
Um casal que fica 26 anos juntos sabe o que fazer para dar certo, não acham?
Então como as coisas podem terminar assim? Eles têm três filhos...

Justo agora que ela andava mais bonita... usando um figurino mais feminino (se comparado ao que usava no Jornal Nacional)...
Justo agora que ela tinha uma aparência mais leve ao fazer um programa descontraído...

Não era para ser o contrário? Não era para o casamento ter melhorado?
Eu fico triste ao ver um relacionamento assim ruir...

Embora já estivessem anunciado a separação à emissora desde maio, a imprensa diz que ela está arrasada.
Que não dormiam juntos há 2 anos...
Que ele saiu de casa há dois meses...

Sabe outra coisa que noto?
Por que os homens pensam menos na família que as mulheres?
Para eles parece tão fácil deixar tudo para trás...

Ano passado uma amiga da minha família (linda, maravilhosa, gentil, educada!), casada há mais de 30 anos, com 4 filhos... separou-se.
Motivo: o cara arrumou outra. Largou a família e foi viver o romance com a latina (não é brasileira).


Vocês eram lindos juntos!
Vamos ver como vão ficar esses sorrisos daqui pra frente...

Com 3 filhos de 18 anos... Logo, logo formarão família também...
E virão os netos...
Fico pensando: quantos almoços em família William vai perder, para em troca viver com uma outra mulher, começar tudo de novo com ela...

Às vezes, com a saída dela do Jornal Nacional, Bonner pode ter se sentido "perdido", "largado". 
Vai ver ela era o chão dele...

Vai ver William era grosso com ela no JN... E ela quis sair e provar a ele que tinha valor.
Foi fazer o programa Encontros. 
Daí ela começou a ganhar mais que ele... E ele foi se sentindo pra baixo... E fraco na relação.
Ou ainda... Vai ver ela com tantos compromissos novos acabou não dosando bem o tempo dela em relação a ele... Deixou-o de lado. 

Sabem? Muitos homens confessam que não lidam bem com a modernidade feminina. 
Ela os torna fracos, porque eles não conseguem lidar com uma mulher numa situação de poder profissional ou sexual semelhante a deles, sentem que a igualdade de valores está errada.

De qualquer forma... Sei não... Separação nem sempre é a melhor solução. 
Muitas vezes você só arruma mais problema, mais tristeza, mais mágoa... 
Muitas vezes você acaba complicando sua vida, arrumando mais pra cabeça. 

Gente... Tem muita coisa pra ser feita antes de um casal se separar.
A primeira delas é procurar ajuda profissional
Até o desejo pode ser reacendido!

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Motivos que levam os casais ao fim

Queridas... vocês vão ver que a maioria dos motivos são banais demais. 
Pensei que fosse encontrar algo do tipo: 'um dos dois se torna um drogado', ou 'o marido tem surto psicótico e passa a bater na mulher'...

Aqui vão os motivos (na maioria ridículos) que levam um casal a separação:
http://www.jmnoticia.com.br/2016/08/31/o-impacto-do-divorcio-de-william-bonner-e-fatima-bernardes-conheca-os-motivos-que-levam-casais-este-fim/

"Quem pensa que uma separação acontece assim, literalmente da noite para o dia, com um simples comunicado, está enganado.
Infelizmente, para o casal chegar a essa decisão, certamente, já existiam motivos suficientes para o relacionamento terminar, mesmo depois de tanto tempo juntos.

Principais razões

Tentando entender melhor episódios como esse, a Universidade de Western Sydney, localizada no estado de Nova Gales do Sul, na Austrália, realizou um estudo, por meio de psicólogos, a fim de detectar quais as principais razões que levam alguém a terminar um relacionamento amoroso. 
Foram avaliados dados de mais de 5 mil pessoas, de ambos os sexos, na faixa etária de 21 a 76 anos.

No caso das mulheres, o estudo apontou que algumas das principais situações que as levam a terminar um relacionamento são:

– Falta de senso de humor do parceiro
– Sexo de qualidade indesejável
– Preguiça
– Aparência desleixada

Entre os homens, a pesquisa mostrou que os motivos são bastante parecidos, e que, além do sexo e da preguiça, eles não gostam nem um pouco de relacionamentos à distância, pois causam muita insegurança.

Outros pontos como dependência extrema, parceiro que reclama demais, teimoso, que fala muito (ou pouco) também estão entre as maiores reclamações.

O fato de um ou o outro não querer ter filhos também influencia negativamente no relacionamento e pode causar, sim, a separação. 
Daí a importância de conhecer bem os objetivos de vida de cada um antes de partir para o casamento.

Por outro lado, ter filhos de outros relacionamentos também é apontado como um fator negativo e pode causar a separação. 
Por fim, ser extremamente ligado ao corpo, ou absolutamente relaxado com ele, estão entre as causas do fim de um relacionamento."

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Não desanimem... 

Meus pais foram casados por quase 40 anos, mais 6 anos de namoro, nunca um traiu o outro. 
Claro que houve problemas. Porém, aturaram-se... com amor! 
E mantiveram o respeito entre eles até o fim. Isso que acho o mais bonito!
Meu pai faleceu há 5 anos e meio. 
Até hoje minha mãe reza pra ele todas as noites...

Neste tempo já apareceram alguns pretendentes interessados na minha mãe. 
Gente bem-sucedida, tem que ver! 
Um deles é médico famoso em uma cidade próxima daqui, e ficou viúvo também. 
Ligou para minha mãe... Não vou contar a história....
Só o que digo é que minha mãe não quer saber de ninguém: 
"Fui feliz com meu marido; não quero apagar tudo o que vivi com ele, não quero escrever uma outra história com outra pessoa. Sei que jamais seria tão bonita. Prefiro viver das lembranças que seu pai me deixou", diz ela para mim e meus irmãos. 

Eu e meus 2 irmãos temos muito orgulho dos pais que tivemos. 

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Hoje meu irmão mais novo fez espetinhos - isso porque outro dia meu irmão do meio falou que o espetinho é muito bom!

Como sempre, a casa fica cheia. 
Porque aí alguém traz o pão, o refrigerante, faz a salada de tomates... 
Eu fiz salada de batatas com ovos e mostarda (que meu sobrinho adorou!), bolo de chocolate com cobertura de brigadeiro... tudo rápido! 
Alguém coloca música (as mesmas do aniversário do meu filho), e tá pronta a festa!
Aliás, a seleção ficou ótima!!! Hoje que vi melhor!

Todos rindo, todos se divertindo, todos unidos. 
Conversas as mais variadas possíveis... de política a sobre extra-terrestres.
Tem coisa melhor?
Claro: só se meu marido estivesse aqui também. 

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Procurem meditar, rezar mais nos meses de setembro e outubro. 
Será importante.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Homens com filhos

Olá MULHERES!

Recebi alguns comentários sobre a minha postagem "A Terapia que Fiz", em que abordo os conselhos que recebi de uma terapeuta acerca dos problemas que enfrentei no meu relacionamento - meu marido é um HOMEM COM FILHO!
Resolvi responder aos comentários com esta postagem.

No meu caso, meu marido tem um filho de 15 anos com o qual não conviveu, e que agora resolveu que ele vai morar com ele (era para ser conosco, mas eu não aceitei).

E me disse: "eu mudei e se você quiser é assim".
Foi tipo assim: "meu filho vem morar comigo goste você ou não. Nossos filhos serão criados juntos, queira você ou não." (Tínhamos um filho de 3 meses na época.)

Só faltou ele dizer: "foda-se você".
Mas em vez disso, ele disse: "você está desequilibrada (por não aceitar a situação), vai fazer terapia."

Ou seja: na cabeça dele era minha obrigação aceitar o filho dele ali morando conosco.
"Coisa mais normal do mundo."
É normal aceitar cozinhar para o garoto, lavar o banheiro que ele sujou, cuidar das roupas... Aceitar a ex ligando, e estipulando as regras dela lá dentro da minha casa:
"olha, tô mandando o Léozinho neste feriado, ele está com saudade do pai".
E se você tinha um programa com seu marido?
Vai ouvir dele, ainda que de forma velada: " meu filho é mais importante".

Só pela frase "eu mudei e se você quiser é assim" já deu para perceber em que plano eu estaria se aceitasse a condição do meu marido - pior que a mosca do cocô do bandido. E ele ainda diz: "coisa mais normal do mundo".

Pois é... o problema dos homens já começa aí - eles acham que ainda estamos no tempo das cavernas, e que somos obrigadas a aceitar qualquer coisa de um homem, ainda que isso nos mate.
Sim - isso mata.
Ouvi isso da terapeuta:
"Um relacionamento desse tipo em que a mulher (madrasta) fica num plano tão inferior, a enche de depressão, tristeza, câncer (SIM!). Acaba com sua autoestima, ela fica fraca, doente. Isso é o que vemos em quase 100% dos casos".
Ou seja: MATA.
O assunto é sério, gente.

Ouvi também dela
"É uma situação de máxima submissão esta imposta a uma mulher - ela cuidar dos filhos que o cara fez com outra mulher, como se fossem seus, e ainda ser colocada em segundo plano eternamente - pois o filho será sempre mais importante. Isso é antinatural! Claro que não vai funcionar.
Tem mulheres que deixam até suas profissões em razão da rotina da nova família".

E a sociedade trata isso de uma forma totalmente superficial, e com o mesmo roteiro, a mesma cara de paisagem de sempre - "Ah, a mulher tem que aceitar. O cara já tinha o filho antes dela. Manda ela fazer terapia."

Terapia, minha querida, não vai te ensinar a gostar de ser colocada em segundo plano, gostar de ser desprezada, gostar de se sentir uma intrusa estando dentro de sua própria casa.
A mulher foi tratada por séculos como alguém sem direito a escolhas.
Mas agora as coisas mudaram - as mulheres têm opções.

Portanto, não escolham homens com filhos se vocês quiserem a felicidade e paz de espírito.
Vão viver suas vidas, seus sonhos, com quem valorize vocês.
É o conselho que eu daria a uma filha, se tivesse.

Sim!  Tive sorte com a terapeuta, como vocês comentaram  na outra postagem (apaguei os comentários pois já os respondi individualmente!!!)
Ela me surpreendeu também por ter aberto o jogo para mim de forma tão verdadeira.

Está cheio de páginas na internet que abordam o assunto.
Como é possível perceber, os conflitos são enormes.
Só uma porcentagem muitíssimo pequena dá certo.

Coloco agora alguns comentários interessantes que achei por aí, de mulheres que passam pela situação de se relacionarem com homens com filhos.

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Achei sensacional o comentário da Cintia, em 10/02/2016, e o posto aqui:
www.bemparana.com.br/noticia/31312/como-namorar-quando-o-amor-de-sua-vida-ja-tem-filhos

"Na boa gente, o melhor relacionamento é quando as duas pessoas se encontram no mesmo patamar em igualdade: você solteira e sem filhos e ele também.

Se assim não o for, me desculpem mas é melhor sofrer por um tempo até encontrar um novo amor do que passar o resto da vida sempre envolvida (o) em situações conflitantes com enteados ou ex.

Você muitas e muitas vezes tem que abrir mão de momentos que pra um casal normal são imprescindíveis pois, solidificam a cada dia mais a relação entre eles.

Numa relação normal, a prioridade sempre vai ser o outro, o casamento, a convivência entre eles.

Numa relação em que um dos dois tem filhos de um outro relacionamento, a prioridade sempre vai ser os filhos,.

Passeios a sós, viagens, cumplicidade e até a própria intimidade entre o casal acabam sempre comprometidas.

E isso é pra vida toda, mesmo quando se tornam adultos.

Sou casada há 9 anos com uma pessoa que tem dois filhos que hoje estão com 23 e 18 anos, praticamente criei os dois, pois quando casamos eles vieram morar conosco (detalhe que nem lua de mel tivemos), nunca tivemos privacidade.

Apesar de amar os meus enteados, não posso negar que querendo ou não a presença de filhos de seu(a) companheira(o) num outro relacionamento com uma pessoa sem filhos atrapalha e muito.

Os desentendimentos são constantes e as frustrações são muitas pois na maioria das vezes e em quaisquer momentos os filhos estarão sempre em primeiro lugar e o relacionamento entre o casal sempre estará em segundo plano principalmente quando o cônjuge (no caso o que tem filhos de outro relacionamento), não estabelece limites e regras de convivência entre os seus filhos e seu (a) novo (a) parceira.

Por isso, com base na minha experiência, o meu conselho a vocês solteiras(os) é que permaneçam assim até que encontrem alguém que esteja na mesma condições que vocês e aos separados com filhos, que encontrem também alguém na mesma situação que vocês pois desta forma poderão compreender melhor as necessidades um do outro e com certeza será uma troca de experiências menos conflitante e também menos dolorosa para os dois."


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www.bemparana.com.br/noticia/31312/como-namorar-quando-o-amor-de-sua-vida-ja-tem-filhos
Comentário da Eu@eu.com.br, 3 de julho de 2016.

"Nunca consigo ler algo que realmente me faça pensar a encontrar uma saída para um relacionamento onde um dos dois possuem filhos. 
A internet está cheia de conselhos banais , que não relatam o dia a dia de milhares de famílias realmente.
Eu sempre me volto para conversar com Deus para que Ele, sim, me instrua no melhor caminho a seguir. 
Porque eu, assim que todos nessa situação, queremos ser felizes com a pessoa amada. 

Mas administrar filhos de outro casamento, ex mulher - por mais tranquila que seja é muito desconfortável, sogras possessivas amigas da ex, que se acham donas dos netos, enfim, tudo que cerca uma relação assim todos os dias

Quando você olha para seu companheiro vê nele muitas qualidades, o admira até como pai. 
Mas vc não tem filhos com essa pessoa. 
(...)
O que eu faço então?
Eu fico tentando encontrar razões psicológicas para me entender e conseguir resolver isso dentro de mim. 
Mas a internet não tem nada que eficiente. 
Até mesmo a busca de temas como esse é altamente complicado. 

E quando passar 5, 6, ou 10 nos ... Eu vou me arrepender? 
A maior parte dos comentários que leio diz que sim. Eu tenho 36 anos. 
(...)
Quero exemplificar que a relação de mulheres sem filhos casadas com parceiro com filhos vive conflitos dos mais abrangentes. 
Sogras, filhas, abandono, segundo plano, não sou a mãe, não tenho parentesco nenhum com ninguém que "o cerca"... É muita coisa junta e, por fim, nenhuma instrução capaz de ajudar a resolver esses conflitos sem que você decadente no divã e tenha uns bons 200 reais pelo menos por hora para começar a falar de tudo isso e se vc der sorte pegará alguém com boa instrução para ajudar, do contrário serão os donos desses mesmos textos evasivos que estarão do outro lado da mesa do divã.
(...) "

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www.bemparana.com.br/noticia/31312/como-namorar-quando-o-amor-de-sua-vida-ja-tem-filhos

Comentário da Bruna, de 11 de julho de 2016.
Obs.: A Bruna me parece ser jovem. 
Notem como para ela a situação do marido com filho é extremamente difícil para ela lidar.
Deu pena ao ler...

Em nosso relacionamento, não vivo satisfeita, não tenho privacidade, não tenho vontade própria, não posso fazer programas sozinha com ele, minhas vontades não são realizadas, não sou primeiro lugar na vida dele, não me sinto única

Bruna
Eu sinceramente não sei mais o que fazer, estou com um homem mais velho que tem um filho pequeno. Nos casamos há pouco tempo.
Mas é muito complicada a convivência. 
Ele esta certo em dar atenção pra o filho e tudo, mas isso tá estragando muito

Eu queria mesmo era estar sozinha com ele, curtir o nosso relacionamento, até ter nossos filhos. 
Só que nesse caso, tenho que viver de acordo com a rotina do filho dele. 
E viver assim significa abrir mão das coisas a dois que você mais quer e sente necessidade de fazer. 

Acontece tanta coisa que eu não gosto. 
Detesto quando ele ao invés do nome, chama ele de "amor", é um saco isso. 
Tudo que o filho dele quer ele faz, eu vou ficando sempre pra trás. 

Se eu achar ruim uma coisa que o filho faça, ele não quer que eu diga, sendo que a casa é nossa. 
O pior é que tudo que o menino faz acha engraçado, incrível, mas eu não sou reconhecida apesar dele dizer que me ama, e eu sei que sim. 

Eu não vivo mais a minha rotina, não podemos ter aqueles programinhas espontâneos, de última hora, pq tem que levar o filho e eu já vou me desanimando. 
Estou sem privacidade definitivamente, não tem mais programa de casal, quando era no namoro ainda ficava fácil, mas agora não tem nada. 

Às vezes quero assistir a TV um programa legal, mas sou obrigada a ir deitar, pq o menino tá assistindo, e começa a fazer birra, e eu fico com a cara no chão, e meu marido vai apoiar ele. 

Sem contar quando o menino adoece tenho que dormir no sofá, pra que ele durma com a criança, isso me machuca muito. 

Nem fazer amor está fácil, tem que ser quando dá, não tenho escolha. 

Nunca tinha traído ele, mas eu não me aguentei, e esses dias acabei traindo meu marido fazendo com outro cara. 
Eu estava precisando de um momento assim com meu marido, mas sempre que quero não dá. 
Ele abriu portas pra isso acontecer, não sou de ferro, quero fazer amor todos os dias. 

Quando é no final de semana que é pra aproveitarmos juntos, ele vai passear com o filho, fazer os gostos dele. 
Ele me chama, mas não tem graça pra mim
Parece que o filho que é a mulher dele

Antes eu ficava em casa chorando me sentindo sozinha, hoje em dia saio com as minhas amigas e procuro alguém que tenha a atenção só pra mim
Se eu soubesse que nosso relacionamento ia ser assim, não tinha nem ido morar junto

Hoje a minha vontade é terminar, afinal não estou sendo feliz assim ficando em segundo plano

Antes ele dizia que o filho não ia ocupar meu espaço, pq é apenas uma criança, mas parece que tudo mudou. 
Morro de ciúme, não suporto ter que conviver assim. 
E o pior que parece que ele faz por onde. Eu só queria ver se eu ficasse dando motivos pra ele. 
E o meu alívio é saber que não sou a única que me sinto assim, e passo por isso. 

Acho que no pensamento dele por eu ter escolhido ele com filho, ele deve achar que eu tenho que aceitar tudo, que eu tenho que mudar, sendo que se não fosse esse menino poderíamos viver em paz. Ultimamente só brigamos por causa disso. 

A mãe nunca nem vê o menino, responsabilidade total é dele. 
Lindo isso, mas de longe, porque na convivência é um c@. 
E ele só falta comer a bosta que o menino caga. 
Pra mim, nosso casamento está acabando a cada dia. 
Eu não sei aceitar esse brinde que veio. 
Só trouxe problema e tristeza pra minha vida

Em nosso relacionamento, não vivo satisfeita, não tenho privacidade, não tenho vontade própria, não posso fazer programas sozinha com ele, minhas vontades não são realizadas, não sou primeiro lugar na vida dele, não me sinto única

Abro mão das coisas que eu sempre quero fazer com ele, pra ficar com ele tendo esse filho só pra sofrer as consequências do que outra mulher fez. 
Me dói muito isso, porque quem era pra cuidar desse filho era pra ser a mãe.
A minha raiva é que ela está aproveitando a vida dela, e deixou tudo pra ele fazer. 

E nós não aproveitamos nada, pelo contrário, a cada dia nosso relacionamento está acabando, está deixando muitas cicatrizes. 
Me sinto tão mal, porque quando eu olho pra o menino, só lembro da mãe, é como se meu marido estivesse me traindo o tempo inteiro, porque é um laço que nunca vai deixar de existir, me sinto mal mesmo, saber que é filho de outra pessoa. 

E o pior que é o primeiro filho, tudo que eu queria dar pra um marido meu, mas ele já tem. 
Nem sinto mais vontade de ter filho com ele. 
Eu sei que não vai mais ser aquela expectativa, a notícia do primeiro filho pra mim seria tão especial de dar para ele. 

Chegar e dizer amor, nosso primeiro filho. 
Queria tanto ter o prazer de dizer isso para um marido meu, mas isso não vai ser a mesma coisa nunca com ele. Acabou pra mim. Desanimei completamente. 
Eu amo muito ele, e por isso estou com ele até hoje, enfrentando o que essa situação causa em mim. Me ajudem! O que eu faço, estou a beira de acabar com meu casamento.


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O Começo da Vida - Filme

Este (sensacional!) documentário foi lançado em maio de 2016.
Você pode assisti-lo dublado no NetFlix.
Fala sobre a importância dos primeiros anos de vida (0 a 6 anos) das crianças.
É baseado nas últimas descobertas (neurocientíficas e também comportamentais) a respeito do desenvolvimento das crianças na primeira infância.
Aborda as mais diferentes estruturas familiares, e também condições sociais.
Casais de mesmo sexo, filhos criados só pelo pai, só pela mãe, filhos que não tem pais e foram criados em orfanatos...

Caem as teorias sobre a necessidade da família "tradicional": pai, mãe e filhos.
E sim mostra a importância do ambiente, das pessoas que circundam a criança.
O documentário deixa claro que o que realmente compromete o desenvolvimento de uma criança é a pobreza e/ou um ambiente de muita desarmonia.
Nos dois casos, se crônicos, a criança perde muito do básico necessário a seu desenvolvimento, e acaba não vendo saídas para sua vida.

Entretanto, o documentário tem uma visão muito positiva, de superação, pois mostra exemplos extremos - por exemplo de mães pobres e drogadas - que mudaram de vida em razão de seus filhos.
E que conseguiram assim dar um ambiente saudável - de amor, carinho e paz - a seus pequenos!

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Alguns pontos abordados no documentário:

A cada segundo, o cérebro dos bebês faz 700 a 1000 conexões novas.
(Imagine isso!!! Uau!!)
E o afeto é a fita isolante das ligações entre os neurônios - a ligação pode ficar tão forte a ponto de nunca mais ser desfeita ao longo da vida, só por conta do afeto!

O ingrediente mais importante são as pessoas que interagem regularmente com as crianças.

O filme comenta que tanto faz quem vai cuidar da criança, se será o pai ou a mãe, ou outra pessoa. 
Porém, as crianças precisam de alguém que cuide delas a partir de um desejo da pessoa, e não por imposição. Precisa haver afeto, paciência, doação!

Há um momento que mostra um rapaz que largou o emprego de 12 anos numa empresa (ele é Físico, pesquisador) para cuidar dos 2 filhos. Depois de 1 ano dessa decisão, quando o caçula dele fez 2 anos, ele diz "fiz a coisa certa".

O filme comenta que existem pais que participam e existem pais que não participam da criação dos filhos.
O vínculo é algo que acontece no presente, no cotidiano.
Então assumir uma responsabilidade é se fazer presente na vida de seu filho.

"Meus filhos não ligam se eu ganho dinheiro ou se eu sou importante. Eles só querem que eu esteja presente."
A conexão que você faz entre você e seu filho é que faz toda a diferença do mundo.
E não o preço do brinquedo, da roupa, do calçado...

Eles aprendem por tentativas, e por imitar as pessoas.
Eles mais erram do que acertam, e para que cresçam com autoestima elevada, cada tentativa tem que ser encorajada, a fim de que não desistam.

Obs.: meu irmão mais novo já me disse há um tempo atrás para não dizer muitos 'nãos' a meu filho nos seus dois primeiros anos de vida.
Justamente para não limitá-lo na exploração do mundo que o cerca.
Eu costumo dizer mais 'nãos' quando há situações de perigo.
E costumamos aplaudi-lo ou fazer algazarra com ele cada vez que ele faz uma coisa diferente.
Vai ver por isso ele ri tanto... Tudo é festa aqui com ele!

Eles não têm noção de certo e errado, por isso um ambiente de amor e tranquilidade vai formar melhor uma criança do que um ambiente de brigas.
Se as crianças vêem o pai e a mãe brigando, elas vão achar que é normal brigar, que é assim que se resolve os problemas. Se você tem um problema com o outro, você briga. E elas levarão isso para a vida adulta e também, para suas futuras famílias.

Uma das necessidades VITAIS da criança é o enraizamento, é ela se sentir pertencente a vida, a uma família, a uma história. Enraizar é dar um chão a ela. Os avós em geral são os maiores contadores de história para a criança, o que amplia na criança o enraizamento, o pertencimento.

O final do filme é muito interessante quando uma moça (acho que ela é terapeuta) diz que não acredita em uma criança negligenciada pela mãe, mas sim pelo ambiente.
Se uma mãe negligencia um filho a um ponto dele ficar sem saída, cadê as outras pessoas?

Porque ela diz que não existe só essa relação de um para um (mãe para filho), mas sim que existem outras pessoas: existe uma avó, um tio, uma tia, um primo, uma vizinha, etc.
Uma criança não é só filha de alguém, mas ela é neta de alguém, sobrinha de alguém, vizinha de alguém... ela é cidadã de algum lugar, faz parte de uma sociedade.
O documentário fala que se perdeu muito da educação das crianças no momento que os "clãs" familiares foram dissolvidos.

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Sabe querida amiga... vale a pena assistir!
Até mesmo pra gente se situar um pouco,  sentir vergonha na cara.
A gente fica aí se preocupando em usar roupa de marca, sapato de marca... ser a Fulana de Tal... quando um monte de crianças no mundo, neste exato momento, não conseguem mais sonhar.
O documentário não é sobre pobreza... Mas faz pensar.
Faz crescer!!
Vale a pena!!

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O universo é amigável?
Albert Eistein

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Ainda bem que me dediquei, e me dedico, a meu filho!!
Pois ponho a cabeça no travesseiro e durmo em paz!

Esse documentário só veio confirmar o que penso.

Estou sem emprego por enquanto, sem ganhos... E engraçado como nada disso me aflige mais.
É claro que porque tenho o respaldo de minha família é que posso pensar desta forma!

Mas ainda assim, para uma pessoa como eu, com toda a minha formação, seria quase uma agressão estar numa situação dessas.
E a maioria já teria colocado o filho na creche para poder ir trabalhar.

Há uns meses atrás eu até me senti muito mal por não ter meus rendimentos.
Mas depois... ponderei muito sobre o que fazer...
Busquei informações...
E concluí que iria criar meu filho eu mesma. Nada de creches!

Estranhamente, sinto tanta certeza de que estou fazendo a coisa certa, que todo o medo do futuro acabou indo embora.
Tenho certeza que na hora certa, sem ter comprometido a educação de meu filho, vou ter meu emprego de volta.
Eu quis meu filho, ele é minha responsabilidade.

Minha mãe também me ajuda muito, isso tem que ser dito, enaltecido.
Ela tem muita paciência com o neto, ela é doce com ele.
Ela foi professora de crianças a vida toda, mas antes disso, ela é uma verdadeira educadora.
Tem a maior psicologia com meu filho...

Ela não o repreende, não sobe o tom da voz, nem quando ele não está a fim de fazer algo (por exemplo ele dá trabalho para ser trocado, ele não gosta).
Aí minha mãe vai falando com jeitinho, "enrolando" ele:
"agora a vovó vai trocar você, tirar essa roupa suja, e colocar uma limpinha, perfumada!" Blá, blá...
Ela vai conversando com ele... ele presta a maior atenção nela... até que sossega e deixa ela trocá-lo. Sem estresse, sem forçar, sem broncas.

Aprendi com ela e faço assim também.
Aliás, aprendi muitas outras coisas com ela!!!
E ainda, tem muita gente ajudando na criação de meu filho: meus irmãos, a funcionária da minha mãe, cunhadas, parentes e vizinhos.
Posso dizer que meu filho está sendo criando num incrível colchão de amor.
Obrigada!

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Dilma sofreu Impeachment em 31 de agosto de 2016, por improbidade administrativa.

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pensabrasil.com/governo-dilma-doa-625-toneladas-de-feijao-do-estoque-publico-brasileiro-para-cuba/
Você sabia que em outubro de 2015 o governo de Dilma doou 625 toneladas de feijão para Cuba, como parte do Programa de Doação Humanitária de Alimentos do Brasil à República de Cuba?
Há quem diga que por conta disso foi que o feijão ficou tão caro, já que doaram o feijão do estoque público brasileiro. O governo nega.
"Por que não distribuir para uma região mais pobre do Brasil?"

É muito bonito ser socialista, como Cuba. Só não entendo porque muitos desses governos não conseguem manter seu povo, necessitando da ajuda justamente de países capitalistas. 







quarta-feira, 24 de agosto de 2016

--(pessoal) Cabelo!

Tô me achando hoje!!!!

Fiz algo que me deu muita alegria: corrigi uma cor muito escura de meu cabelo!!
EM CASA!!!

Já faz um tempo que estou querendo pintar meu cabelo em casa, e assim economizar mais um pouco.
Estou pagando pouco para a moça me passar a tinta, apenas R$25,00. Eu compro a tinta e ela passa.
E a tinta dá para duas vezes.

Estou indo nessa moça deste o início do ano.
Antes, no fim do ano, fui num cara "excelente", "top", por duas vezes.

Quando fui nele, seria a primeira vez que eu pintaria desde que engravidei, estava bem grisalho.
Não gostei muito, mas relevei porque estava bem grisalho.
Porém, na segunda ficou bem ruim, quando deveria ter ficado bem melhor.
Ele escureceu muito a raiz, e eu falei pra ele não usar a 7.1 pura. Mas adiantou?? Não.

O cara cobra um dimdim minha filha... que você não acredita.
Pelo dimdim que ele cobra, eu deveria entrar EU e sair GISELE!

O problema é que os cabeleireiros não entendem o que eu quero. Nem mostrando em fotos.
Parece que não se esforçam para compreender.

Aí comecei a ir nessa moça, num salãozinho bem menor e mais barato.
Eu comprava a tinta.
E eu que escolhia a proporção das tintas - a proporção nas misturas.
Assim, comecei a aprender como meu cabelo se portava com as diferentes tonalidades de misturas.

Pois é... Tantas tentativas até que acertei na mistura!!
Meu cabelo estava lindo quando cheguei lá no sábado para pintá-lo!

Clarinho, cheios de mechas... Só precisava fazer a raiz.

Aí ela preparou a tinta do jeito que falei (1/4 da 7.1, 1/2 da 12.1 e 1/2 da 12.0), só que vi que ela fez tudo na pressa, e colocou mais da tinta 7.1.
Resultado: ficou muito escuro.
E escondeu algumas mechas...

Ai que raiva.

Então hoje resolvi fazer sozinha, em casa, um procedimento paliativo (não tenho muito tempo, tem que ser tudo rápido).

Misturei:
- 1 parte de tinta 12.1 (IMEDIA da L'oreal)
- 2 partes de água oxigenada 30 volumes
- 2 partes de creme branco (usei o creme para tratamento que vem na embalagem da tinta).

Passei em alguns pontos onde a raiz ficou bem escura, mas passei em mechas, e não na raiz como um todo.
Foi como puxar luzes, só que usando tinta.
Fiz umas mechas na altura das orelhas (canso de pedir isso aos cabeleireiros) - pois gosto que fique mecha aí quando faço rabo de cavalo.
E fiz mechas no topo da cabeça, mas sem descer muito no comprimento do cabelo.
Deixei uns 8-9 minutos (é que fiquei com medo de estragar o cabelo).
Tasquei a tinta com o cabelo pouco úmido, em forma de mechas. Só isso.

Gente!!!!
E não é que deu certo????
Ficou lindo!!!
As mechas clarearam aquele tom escuro. E ficaram largas, exatamente como gosto!!!
Nem usei papel alumínio (não ia dar tempo de fazer).

E o melhor: não estragou o cabelo!!! Olha... agrediu um tiquinho de nada em alguns fios...

Agora minha mãe pediu para eu pintar o dela!!

Acho que não vou mais no salão, e assim economizo mais R$25,00.

Atualização 17/set/2016 - fiz 1/4 de tinta 12.1 com 1/4 embalagem de água oxigenada 20 (da própria L´Oreal). Deu bem pouca tinta. Apliquei o serum protetor primeiro, nos cabelos secos - não pode aplicar na raiz. Depois apliquei a tinta na parte de trás dos meus cabelos (onde amarela muito) e na frente, onde estou com raiz branca. Deixei agir por 25 minutos. A raiz não arroxeou - não sei porque quando eu aplicava essa tinta lá na moça arroxeava... Tudo bem que deixávamos 40 minutos (mas arroxeava bem antes disso).
Bom... gostei do resultado!!! Tira o amarelado que é uma beleza!!! Quase não clareou os cabelos, apenas tonalizou. Clareou 1-2 tons, no máximo. Mas não coloriu minha raiz.
Da próxima vez vou tentar colocar um pouquinho da 7.1 junto com a 12.1 para escurecer um pouco a raiz.
Obs.: uso a água oxigenada 20 porque meu cabelo é muito fino, e esta volumagem não o estraga meu cabelo em absolutamente nada.

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Hoje meu filho estava muito animado!
Não sei o que deu nele...
Ele pegou gripe na semana passada, a pior noite dele foi de terça para quarta da semana retrasada.
Já está ótimo, mas ficou ainda um pouco de catarro.
Sei lá se por conta disso ele não dorme tão bem, sei que ontem e hoje ele dormiu pela manhã, em vez de dormir no início da tarde, como de costume. E depois dormiu no final da tarde, lá pelas 18h00, coisa que ele não faz.

Hoje ele acordou perto de 6 da manhã e dormiu de novo das 9h30 às 12h00.
Aí, quando foi 13h00, minha mãe e meu irmão mais novo chegaram, e a funcionária da minha mãe logo em seguida.
Quando minha mãe e irmão chegaram, nós estávamos no quintal andando.
Assim que meu filho os viu começou a rir! E foi até minha mãe.
Logo em seguida chegou a funcionária - ele ria mais ainda.
Gargalhava mesmo.

Ficou andando dentro de casa, em volta deles, e rindo.
De repente saía correndo, voltava, e ria.

A coisa mais linda do mundo é ouvir a risada de uma criança, né?
Alegrou o almoço de todos!
Fizemos até café, e ficamos numa conversa boa! Isso foi na quarta-feira.

Bom, aí à tarde meu outro irmão chegou, lá pelas 17h30.
E o colocou no gramado para andar.
Meu irmão faz palhaçada pra ele, ficou dançando de um jeito palhaço.
E aí meu filho começou a imitar. Ele abaixava a bunda, foi muito engraçado.
Só que enquanto ele fazia o movimento, que para ele era novidade, ele ria junto.
Ele ficou todo feliz porque estava fazendo aquele movimento novo com o corpo!

Depois fomos, eu e meu irmão e o bebê, passear na pracinha aqui perto - já era perto de 18h00.
Encontramos a prima e o filho dela de 10 anos.
Ele queria pegar pokemon...

Conversa vai, conversa vem... meu filho dormiu no carrinho.
Nisso minha mãe ligou no celular do meu irmão. Ao saber que o bebê estava dormindo, tomamos bronca: "vão logo pra casa levar essa criança, tem sereno".

Hehe... mas ele estava agasalhado, e também coberto, e a proteção do carrinho estava abaixada. Minha mãe é fogo, parece que adivinha as coisas.


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Acho que foi na quarta mesmo que fui passear com meu filho lá perto da fazenda. Vi um rapaz entrando de bicicleta num trilho que margeava a mata do rio. Aí entrei lá também com o carrinho.
E chegamos num lugar muito bonito, onde o rio escoa por pedras, e faz um som gostoso.

Quinta pela manhã, passeando na pracinha, conversei com a moça que fazia ginástica ali, a Pôpi. Boa conversa!
Na quinta meu irmão, minha cunhada e meu sobrinho vieram em casa, já perto de 17h00. Ela ia fazer a unha do pé. Ela ouviu meu filho chamar meu irmão de "babai". Ele faz igualzinho ao meu sobrinho. Ela fez a maior cara de espanto.

Na quinta mostrei o lugar a meu irmão e o filho dele. Já era mais tarde quando fomos lá, umas 17h30.
Primeiro fomos na ponte de madeira da fazenda, fomos ver o tal condomínio que minha prima disse que ia sair.
Aproveitamos e tiramos foto dos dois menininhos na ponte de madeira.
Eles se mostraram curiosos com o som do rio.

Depois mostrei o tal lugar onde o rio passar pelas pedras. Já estava cheio de borrachudo, por conta da hora, e queríamos ir embora. Mas meu sobrinho adorou o lugar, não queria mais sair dali.

Sexta eu e minha mãe fomos na Casa Forte. Ela comprou o vinílico!! Ficou toda feliz!
Depois passamos para comprar água de coco para meu filho. Comprei na garrafinha. Quando chegamos em casa, ele tomou uma chuquinha e meia. Ele adora água de coco!!

Acho que foi na sexta que eu e meu irmão do meio fomos tomar sorvete, desta vez só nós dois, sem os menininhos.

Sábado eu passei a manhã toda com meu filho, de 10h30 até 12h30.
Encontrei o casal de SP, da área jurídica, que me falou do filme "O começo da vida".
Meu filho ficou brincando com a bola do filho deles, uns 20 dias mais velho que meu filho.

À tarde fui pagar o salão, e o Edson me falou dos 5 alimentos mais perigosos. Está no meu face agora. Batata frita, requeijão batizado, pipoca de microondas,
A história da banana verde para depressão.

Mais para o final da tarde, lá pelas 17 horas, fomos na pracinha: eu, meu irmão, e os dois menininhos.
Tinha um conjunto tocando um pagodinho (gospion). Meu filho quis ir lá ver. E daí chegou o labrador Messe - um grandalhão bonachão. Lá foi meu filho falar com ele!












domingo, 21 de agosto de 2016

--(pessoal) A terapia que fiz

O que aprendi na terapia sobre a situação do filho de meu marido morando com a gente (no caso de eu aceitar essa situação).

A terapeuta me disse:

"Relacionamentos de madrasta e enteados, na esmagadora maioria, são complicados.
No início até pode ir bem, mas depois quase sempre desandam.
Tenho casos aqui de casais que namoraram 10 anos, o cara tinha filhos e se dava bem com a madrasta. Porém, quando o casal passa a viver na mesma casa, o relacionamento termina por conta de incompatibilidades entre a madrasta e o enteado."

Ela me disse muitas coisas... aqui está só um resumo...

"No início a mulher faz muita força para se dar bem com os filhos do cara. Normalmente, na grande maioria das vezes, ela já não gosta da situação de cara, mas quer que a relação dê certo. Ela na verdade finge, cria um teatro, faz força demais para se dar com o enteado, porque ela quer agradar o namorado. E pior: ela acredita naquele teatro. Ela acredita que vai suportar, que vai se acostumar. Ela sufoca, varre pra debaixo do tapete, aquela sensação de desconforto, de ser sempre segundo plano (porque para os pais os filhos sempre estão em primeiro), aquela rejeição ao enteado. Eu até prefiro chamar de natural esta rejeição, porque é a que é comum. E acho que seria mais saudável se a sociedade tivesse coragem de encarar dessa forma."

Pausa aqui:
Foi exatamente o que aconteceu com um namorado que tive, e que tinha 4 filhos: nunca tinha vivido aquilo antes, nunca tinha tido um namorado com filhos. E a gente vê nos filmes, nas novelas, que é tudo azul. Eu agradava os filhos do cara, tratava-os bem de verdade, juro. Era tudo real! Só que no fundo eu não me sentia confortável com a presença deles. Preferia infinitamente que eles não estivessem junto comigo e com o cara. Mas eu sufocava esse sentimento, tinha vergonha, até, por pensar isso. E achava que acabaria me acostumando. Exatamente como a terapeuta falou. Pois é... e a terapeuta me disse que aí é que mora o perigo...

"Relacionamentos são longos... no começo a mulher consegue esconder a frustração, mas num belo dia ela percebe que não vai conseguir segurar a situação. A máscara cai. Às vezes, é uma surpresa até para ela própria. Nesse momento, quando a máscara cai, quando ela passa a não suportar mais a presença dos enteados (e vice-versa), o relacionamento tende a acabar. Porque o cara não vai entender. Ela passa a ser a megera, a que ofendeu o filho dele."

Sobre o meu caso em particular, essa situação com meu marido...

"Há casos que funcionam? Sim, há. Mas é uma exceção. Tem que haver muita harmonia. O casal têm que ter uma vida estruturada, empregos estruturados, os sogros de preferência não devem interferir... Ou então que haja harmonia entre a nora e os sogros...
Mas no seu caso... Não vejo como funcionar sua relação com seu enteado.
Há vários problemas com a sua situação...Não vejo nada a seu favor."

"Primeiro, não há diálogo entre você e seu marido. Sobre nada. A comunicação entre vocês me parece muito ruim. Vocês resolviam seus conflitos gerando mais conflitos, com brigas e discussões. Seu marido, por outro lado, não me parece entender seus limites, por mais que você os tenha colocado. Ele não entende, ou não respeita. Você se mostra mais, você me parece ter sido mais autêntica. Ele não. Ele escondeu o jogo, ele se casou acreditando que mudaria sua opinião. Ou seja, ele não levou em conta nada do que você falou a ele. Para piorar, ele foi criado num modelo machista em que ele acredita ter poderes especiais dentro do relacionamento, e que a mulher tem um papel secundário."

"Pode ser também que ele não se conheça bem, está se conhecendo agora... pode ser que ele esteja se descobrindo agora."
"Agora presta atenção: caso haja problemas no relacionamento entre você e o filho dele - e pode acreditar, sempre há algum problema - você vai contar com quem? Você era sozinha lá com seu marido, sem sua família... Seu marido não te ouve... A família dele não te conhece... e muito menos te apoiaria... Sabe como seria sua vida? Independente do fato ocorrido, o garoto seria sempre o certo e você a errada. Ninguém ficaria do seu lado, percebe? Essa é a realidade de sua situação."

"Como você vai fazer quando aparecerem os primeiros problemas entre você e o filho dele? Seu marido vai te mandar fazer terapia? Você vai passar a vida se sentindo sozinha e fazendo terapia? Isso é aceitável para você? Isso é um bom relacionamento? Você acha que dá conta do recado? Vale a pena? E seu relacionamento com seu filho? Quanto de sua frustração vai respingar nele? É você que tem que saber até onde consegue ir. Porque uma coisa te garanto: que vai haver problema entre você e o enteado, isso vai."

E continuou:
"Em segundo, a situação de um garoto de 15 anos indo morar com vocês... O garoto foi criado de outro modo, provavelmente bem diferente do seu, pois pelo que você conta da ex do seu marido, é evidente que você e ela pensam de forma completamente diferente. Pior: ele foi rejeitado... Isso tem que ser avaliado em algum momento. Será que ele sente essa rejeição, ele guarda algo dela? Às vezes a criança é tão pequena que não ficam traumas... Mas às vezes ficam.
Adolescentes já costumam ser complicados, dar trabalho... Imagina se ele tiver traumas..."

"Agora imagina sua situação: você sozinha lá, sem sua família e emprego, com um bebê para criar, e ainda com um adolescente que você nem conhece? Imagina: você chega num orfanato, sorteia um adolescente e leva-o para morar com você... Sem saber dos problemas dele, de como ele foi criado, se vai haver empatia entre vocês... É bem isso que está acontecendo. Sinceramente, me parece uma loucura. Chega a me causar espanto que seu marido, a família dele, e principalmente a mãe do menino, apoiem essa ideia de uma forma tão solta, sem analisar as consequências."

"Tem mais... o caráter de uma pessoa de 15 anos já foi praticamente formado. Se houve traumas por conta de rejeições, as pessoas tendem a esconder isso. Às vezes inconscientemente. E uma gama de comportamentos podem surgir por conta desses traumas. Dependendo dos traumas, não vai adiantar ele ser super aceito por você, ser super bem tratado. Ainda que você e seu marido conseguissem oferecer a ele um lar super harmônico, equilibradíssimo, ainda assim, dependendo dos traumas, vocês não iam conseguir ajudá-lo muito. Ou ainda pode ocorrer outra situação: a pessoa rejeitada às vezes torna-se dissimulada, ela percebe o que esperam dela e passa a agir de forma a agradar a todos - isso para evitar mais rejeições. Mas um dia a máscara cai e só aí é que você vai começar a saber quem é a pessoa."

"Só que tenho certeza que você e seu marido não iam conseguir oferecer um lar harmônico ao garoto, pois vocês não tinham ainda conquistado isso nem mesmo entre vocês dois. Agora vocês têm um filho juntos e uma situação financeira delicada para lidar... Imagina mais um adolescente entre vocês...
E sabe o que ia acontecer? Posso te falar isso com toda a certeza e experiência que tenho aqui no consultório: todos os problemas que o garoto viesse a ter, demonstrar, iam ficar nas suas costas. O seu marido, a família dele e a ex iam te jogar tudo nas costas. Os problemas reais do garoto, oriundos dos traumas ou da criação que ele recebeu, iam ficar totalmente mascarados. Todos ali têm sentimento de culpa... a mãe dele tem, o pai, os avós... E tendem a superprotegê-lo, para compensar. E você seria a lata de lixo da situação toda. Afinal, você é a estranha, é aquela por quem ninguém ali tem sentimento, exceto seu marido. Só que seu marido não me parece ter muita personalidade, ele é perdido, não sabe como agir. E nesta dúvida toda, ele acata sempre o que a família dele fala pra ele. Ou seja: você ia ser a lata de lixo da situação com certeza. Você seria a causa dos problemas do garoto. Qualquer problema que ele viesse a apresentar, a culpa ia ser sua. Os reais problemas do garoto, problemas lá de trás, iam ficar mascarados, porque a culpa de tudo que ele sentisse de ruim seria colocada em você. Imagina o simples fato de você precisar chamar a atenção dele porque ele fez algo que você não gostou... Você acha que teria liberdade para chamar a atenção dele? Jamais. Seu marido, a família e a ex cairiam de pau em cima de você. Esse garoto está sendo criado como se fosse um reizinho, está sendo criado também com poderes especiais, ele acha que pode tudo. Ele recebe essa criação para compensarem-lhe a culpa que sentem."

"Você me desculpe toda a sinceridade... Tem mais coisas...
Um irmão mais velho exerce uma influência muito grande no irmão mais novo. Você não sabe como esse garoto foi criado... O que ele já viu, já viveu... Se tem traumas... Agora... imagina ele convivendo com o seu filho... Você trabalhando fora o dia todo, os dois ficariam sozinhos em casa... Que tipo de influência o garoto exerceria?  Supor que fosse ruim, como você e seu marido resolveriam a situação? Afastariam o garoto de sua casa? Entrariam em contato com a mãe dele e diriam: 'olha, não deu certo o garoto morando aqui conosco, e estamos mandando-o de volta para você'. E aí, mais rejeição ao garoto? E supor ainda que você achasse que o garoto estaria sendo um exemplo ruim a seu filho, mas seu marido não concordasse? E aí, como vocês fariam? Mais discórdia entre vocês?"

"Supor que o garoto ficasse morando com vocês até depois dos 30 anos dele, pois hoje se sai de casa mais tarde... E aí? Ele tem 15 anos, já está na idade de namorar... Foi criado de um jeito liberal... você e seu marido trabalhando fora o dia todo...  supor que o garoto comece a levar a namorada lá na sua casa, e o seu filho mais novo assistindo a tudo... Seu filho vai ficar assistindo a tudo isso por quantos anos??"

Depois de outra sessões...
"Olha...quando você decidiu não aceitar essa situação que seu marido e a família dele te impuseram, eu acho que você livrou seu filho de uma situação bem pior do que esta de criar seu filho sem o pai dele. Você está sendo a mais sensata de tudo isso. Você é uma pessoa muito inteligente, sabe disso. Os seus receios todos têm fundamento. Não vejo nada de retrógrado na sua decisão, mas sim muita sensatez."

"O primeiro ano de vida de um bebê é de extrema importância para a formação dele. Uma pena seu marido não saber disso. Ele e a família deveriam ter se preocupado em fazer o lar de vocês mais harmônico, por conta do filho de vocês. E no entanto, eles se preocuparam em tornar a vida do outro garoto melhor. Só que o primeiro ano de vida de um bebê deveria ter sido a prioridade."

"Imagina... você e seu marido se desentendendo por conta do adolescente... a família se metendo a todo momento... você ficando nervosa... e seu bebê assistindo a tudo. Que impressões ficariam no cérebro dele, no sistema cognitivo dele?
Portanto, o que posso te dizer é que você fez muito bem em tirar seu filho de um ambiente de desavenças, e o colocar num ambiente de amor. Você foi muito sensata."

Eu aprendi bastante coisa com a terapeuta... Na verdade não tanto sobre a situação com o filho de meu marido - pois tudo o que ela me disse foi apenas uma confirmação do que eu já pensava.
Porém aprendi muito sobre relacionamentos.
Ela me deu dicas, me mostrou onde eu poderia ter feito melhor...
Aprendi bastante sobre os homens.

Continua depois...

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Aqui um texto escrito por uma enteada - sobre como deve ser uma madrasta para que a relação dê certo.

www.justrealmoms.com.br/10-dicas-para-assumir-o-papel-de-madrasta-e-melhorar-a-relacao-com-os-enteados/

Esse texto me foi passado pela própria terapeuta.
Ela me disse que essa é a receita perfeita.
Só que é óbvio: "são raras as mulheres que suportam, só a exceção".
Como você verá no texto, a cobrança em cima da madrasta é enorme.

A terapeuta defende a ideia de uma campanha séria pela não separação dos casais com filhos.
Ela acha mais fácil consertar os casamentos do que acertar relações de enteado x madrasta.







sábado, 20 de agosto de 2016

--(pessoal) Brasil - medalha de ouro no futebol

Hoje, 21 de agosto, Brasil ganha da Alemanha no futebol!!!
FINALMENTE CONQUISTAMOS A MEDALHA DE OURO NAS OLIMPÍADAS!!!!

Eu não vi o jogo.
Estava no clube, "tarde da mulher".
Minha mãe fez questão que eu fosse, e pagou pelo ingresso a um tempo atrás - ela nem podia imaginar que seria a final Brasil x Alemanha praticamente no mesmo horário.
Ela só queria que eu tivesse bons momentos!

Eu queria tanto ter assistido ao jogo...
Ah... que pena... É que gosto de futebol muito mais do que desfiles...
Ainda mais o jogo de hoje.
Mas de repente foi até bom... Capaz de eu infartar nos pênaltis.

Fiquei com tanta saudade de meu marido...
Queria ter assistido ao jogo com ele.
Adorava assistir aos jogos com ele.

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O salão do clube estava lindo!
Um sonho!
Cadeiras Tiffany douradas, toalhas brancas adamascadas, assim como os guardanapos.
Arranjos fartos em cor-de-rosa: rosas, alstroemérias, mini-margaridinhas brancas.

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Hoje, sábado, 21 de agosto meu filho falou "papai".
Falou algumas vezes, bem direitinho. Ele não está sendo criado com o pai.

Só que ele vê meu sobrinho chamando meu irmão de "papai".
E também, algumas vezes, já vi meu irmão se atrapalhando e falando para o meu filho: "vem com o papai".
Meu irmão fez isso ontem, por exemplo.
Ele veio sozinho aqui em casa no final da tarde, já quase noite.
E colocou meu filho para andar no gramado.
Aí meu filho ia em direção ao piso de cimento e meu irmão dizia: "aí não, vem para cá, vem com o papai." Depois ele corrigia "vem com o titio".

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Já fui a duas quintas seguidas nas aulas de Yoga com o "mestre".
O cara treina há mais de 30 anos. 
Leva a sério...
Faz jejuns... Passa dias vivendo da luz. 

Ele ensinou uns exercícios muito loucos... Tive umas experiências intensas...
Sensações muito boas. 

Eu já tinha ido lá na quinta 21 de julho, antes do aniversário de meu filho. 
Ele quem me convidou para ir. 
O convite veio assim: no dia que meu marido foi esfaqueado (12 de julho), lá pelas 11 horas da manhã, o "mestre" estava no consultório de meu irmão, sendo atendido. 
E me ouviu chegar com o bebê. 
Ele estava na cadeira e pediu para meu irmão se eu podia entrar ali no consultório com o bebê - ele queria ver a mim e ao bebê.

E ele me olhou com um olhar profundo e sereno.
Um olhar de amor, de ternura, de doação... 
Puxa, que olhar bonito, ainda o guardo na memória.

Ele achou meu filho lindo.
E disse: "como é bonita a inocência de uma criança!"
Aí eu falei: "pois é, começamos a vida tão bem, e terminamos pior!"

Aí ele disse: "mas essa é a ideia da vida: tornarmo-nos puros, mas conscientes".

Achei muito legal isso que ele falou! E fui embora pensando.

(Enquanto isso acontecia, meu marido estava sendo costurado... Mas eu não sabia.)

Depois meu irmão disse que ele me convidou para participar das reuniões dele.
Eu fui na quinta, antes da festa de meu filho. Dia 21 de julho. 
A primeira aula é gratuita. 
Então não fui mais. Só posso ir depois que eu tiver um salário. 

Aí esses dias ele perguntou a meu irmão porque eu não estava indo, meu irmão explicou, e o mestre então me deu um desconto - acertou com minha mãe. 
E portanto reiniciei dia 11 de agosto!!

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Antes de ir ao evento do clube, fui passear no shopping com meu filho - é que choveu hoje.
Andamos no carrinho de brinquedo lá do supermercado. Foi a segunda vez que fiz isso com ele, mas na primeira foi muito rápido.
Desta vez ficamos mais - só que ele andou só um pouco, depois quis descer e ficou empurrando o carrinho.
Foi bom, porque ele se cansou, e aí quando cheguei em casa (já perto do horário do evento no clube), ele aceitou ficar no cercado. 
Encontramos meu primo e a esposa. 

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Sabe... o evento lá do clube foi bem legal...
Uma fartura de comida! Comi à beça!!

Só que existe muita futilidade nas pessoas ali... 
Os objetivos de vida... A noção de amor...  como algo tão superficial...
Acho que me desacostumei disso tudo.
Falam de bolsas de mil reais, roupas, viagens pra cá, viagens pra lá... Carros... 
Depois ficaram falando de um homem de uns 35 anos que ficou viúvo e em 3 meses já está com outra.
"E ele está certo", diziam. 
"A vida dele tem que andar".

Sim, tem que andar. Verdade.
A questão é que foi muito rápido... 
Quem ama de verdade não supera um luto tão rapidamente...

Bom... minha noção de amor é outra. 
Amar de verdade é outra história. 

Que sono...











Big data torna possível que empresas e governos 'prevejam' o futuro

Achei esta informação muito interessante. Resolvi portanto registrar aqui:

Big data torna possível que empresas e governos 'prevejam' o futuro
23 de setembro de 2015

http://temas.folha.uol.com.br/futuro-digital/consumo-e-sociedade/big-data-torna-possivel-que-empresas-e-governos-prevejam-o-futuro.shtml
Demonstração de um centro de monitoramento para linhas aéreas em Hannover, na Alemanha

EULINA OLIVEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Imagine que você entrou numa loja de eletrodomésticos e em instantes um vendedor lhe oferece uma geladeira exatamente como a que você pesquisou na internet pouco tempo antes. Ou que uma prefeitura possa antecipar em três dias, com precisão, o risco de desabamento de uma área. Ou uma empresa que aumentou a previsão de demanda de um determinado produto com base em dados estatísticos coletados em tempo real, elevando sua participação de mercado.

Todas essas situações são possíveis com um fenômeno que vem ganhando cada vez mais força no mundo dos negócios e também na esfera governamental: o big data. Com um volume cada vez maior de dados disponibilizados na internet, por meio da navegação e postagens em sites, blogs, redes sociais —chamados de dados não estruturados—, empresas de tecnologia desenvolveram sistemas capazes de capturar esses dados e analisá-los.

Criou-se, desta forma, uma ferramenta importante para definir os próximos passos de uma companhia, em diversas frentes: em relação a seus clientes, seus funcionários e a seu próprio funcionamento, ao reduzir custos e riscos e melhorar processos.

Centro Tecnológico do Itaú, em Mogi Mirim (interior de São Paulo); investimento de R$ 3,3 bilhões

"Antes do advento do big data, os executivos tomavam decisões principalmente com base em seus sentimentos; agora, essas decisões passam a ser baseadas em dados", afirma Celso Poderoso, coordenador dos cursos de MBA da faculdade de tecnologia Fiap.

A companhia aérea TAM, por exemplo, já investe na ideia. Um dos usos que a empresa faz com o big data é nas operações de manutenção de aeronaves, que começou em 2013.

"Utilizamos séries históricas de dados de manutenção corretiva e preventiva combinados com ferramentas de estatísticas para projetar a demanda futura por esses serviços", explica Mauricio Pascalichio, gerente sênior do Centro de Controle de Manutenção da TAM.

Com o big data, a companhia aérea consegue planejar, com uma antecedência de 18 meses, a mão de obra e o material necessários para os serviços de manutenção, evitando desperdícios. "Esse planejamento com big data tem um índice de precisão de 98%, e o aumento da produtividade é de 11%, afirma Pascalichio.

O Itaú Unibanco investiu R$ 3,3 bilhões em um novo centro tecnológico, localizado em Mogi Mirim (SP). Inaugurado em março deste ano, o centro possui tecnologia para processar e aplicar inteligência de negócio num ambiente de big data. Um dos objetivos é entender o comportamento dos produtos e serviços.

Com o desenvolvimento da computação em nuvem, as empresas não precisam dispor de grandes servidores para armazenamento de dados, o que torna o big data bastante acessível a empresas de todos os tamanhos

Sergio Fortuna, líder de Big Data-Analytics da IBM Brasil