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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

* Segredos de beleza da dermatologista Silvia de Mello

Coloco abaixo segredos de beleza da dermatologista Silvia de Mello, da Clinica Ivo Pitanguy.
No mesmo site há os segredos de outras 4 dermatologistas, mas sinceramente não senti firmeza nelas - parecem usar coisas por testes e não conhecimento - e por isso não coloquei sobre elas aqui.

http://gnt.globo.com/beleza/dicas/Liga-da-pele-boa--os-segredos-de-beleza-das-dermatologistas.shtml

Silvia de Mello
"Antes de indicar um produto, um bom dermatologista deve experimentar para ver se vai ou não aderir à prescrição. 

Normalmente, uso pela manhã um sabonete Lavanda Mousse e um hidratante em sérum com vitamina C, Coenzima Q10 e Coffeeberry. Uso também produtos à base de Pro-Xylane para prevenção e tratamento da flacidez da pele. De dez a quinze minutos após a aplicação destes hidratantes, uso um filtro solar com controle da oleosidade – mesmo em dias chuvosos – e depois passo uma base livre de óleo ou um filtro solar já com base.

Duas vezes por semana, uso um  sabonete esfoliante com  jojoba e damasco. Gosto também de um esfoliante à base de Triclosan.

Reservo a noite para os ácidos – sempre associados a um clareador – para amenizar as manchas e sardas.  O meu favorito ainda é o ácido retinóico em concentrações altas, pois a minha pele suporta bem. 
Agora no verão, o ácido retinóico será substituído por um ácido não tão forte, como um retinoaldeído ou a microesfera de retinol, que são ótimos para o tratamento do rejuvenescimento e manchas da pele para pessoas que se expõem ao sol com cautela. Esses produtos podem ser usados na face, pescoço, colo e mãos. Uso um adstringente depois do sabonete à base de ácido salicílico, pois favorece a penetração dos produtos.

Para o corpo, uso pela manhã um bom hidratante a base de ômegas e algodão e, à noite, uso também um com retinoaldeído e ácido glicólico em concentrações altas.

Nos pés, gosto da velha ureia em concentrações mais elevadas associada ao óleo de semente de uvas para aplicar nas plantas dos pés. Para as unhas, uso uma fórmula com ácido retinóico alternado com uma caneta com óleo de argan. O óleo de argan também é maravilhoso para os cabelos."

Silvia de Mello
Núcleo de Saúde e Beleza da Clínica Ivo Pitanguy

Rua Dona Mariana, 65 
Botafogo - Rio de Janeiro 
Tel.: (21) 2266-9500

* Pele: 16 tipos e mais sobre tratamentos

Aprendendo mais sobre nossa pele. Escrevo sobre os 16 tipos de pele, classificação lançada pela Dra. Leslie Baumann, da Universidade de Miami, Florida.

O livro dela, lançado em 2006, pode ser comprado traduzido por exemplo no site das Lojas Americanas (http://www.americanas.com.br/produto/5730617/livros/medicinaesaude/dermatologia/livro-pele-saudavel) e custa R$ 68,00.
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Sites que li e gostei e transcrevi abaixo:
http://www.dermatologia.com.br/artigos/artigotemplate.php?id=44
Teste para saber qual seu tio de pele:
http://www.dermatologia.com.br/artigos/artigotemplate.php?id=44
http://www.dermatologia.com.br/16tiposdepele/step1.php
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OBS.: Minha pele é do tipo DSPW (D=seca, S=sensível, P=pigmentada, W=enrugada).
Você pode fazer o teste em http://www.dermatologia.com.br/16tiposdepele/step1.php mas antes (para facilitar a realização do teste) é melhor ler o texto abaixo, da dermatologia.com.br e o da veja, http://veja.abril.com.br/050706/p_096.html .
NOTA: mesmo depois de classificar sua pele, os textos abaixo não mostram de forma clara qual o melhor tratamento para seu tipo de pele. As informações muitas vezes são conflitantes e confusas. Por exemplo, para minha pele DSPW, há as seguintes informações retiradas de sites diferentes:
"O uso regular de retinóides sobre prescrição médica pode beneficiar todos os pacientes com tipo de pele W. Por exemplo, para o tipo DW, um creme com retinóide está indicado. Os antioxidantes tópicos que podem beneficiar o tipo W incluem a idebenona, a vitamina C, o extrato de cogumelo ou de romã."
"O que evitar: Adstringentes, que irritam a pele, e esfoliantes, que a tornam ainda mais sensível . O que usar: Águas termais em spray antes de aplicar cremes, para aumentar a hidratação, hidratante pela manhã, à tarde e à noite, Botox, preenchimentos e peelings químicos."


IMPORTANTE PARA QUEM TEM MANCHAS: "Seja qual for o tom da pele, os pigmentados não devem usar certos produtos, como os que contêm soja na formulação. Substâncias presentes na soja agem como o estrógeno, hormônio que provoca manchas. Só os produtos que contêm soja com estrógeno removido podem ser usados por quem tem alta pigmentação."

http://www.dermatologia.com.br/artigos/artigotemplate.php?id=44

Como classificar sua pele?
A Dra. Érica Monteiro, nossa consultora médica, resume o livro “The Skin Type Solution” que foi  lançado em 2006 nos Estados Unidos e explica o “sistema Baumann” de classificação dos tipos de pele.
Dra. Leslie Baumann. Chefe do setor de Cosmiatria da Universidade de Miami, Flórida – EUA.
O livro “The Skin Type Solution” está sendo lançado no mês de fevereiro de 2006 nos Estados Unidos. A autora é a Dra. Leslie Baumann, médica dermatologista chefe do Setor de Cosmiatria do Departamento de Dermatologia da Universidade de Miami, Flórida – EUA. O livro aborda a classificação dos tipos de pele. A classificação atual é baseada no trabalho pioneiro da Helena Rubinstein no início do século XX. No entanto, esse sistema que classifica a pele em 4 tipos diferentes (seca, oleosa, mista e sensível) não descreve com precisão certos quadros que aparecem nos nossos pacientes. Enquanto o número de produtos para cuidados com a pele cresce exponencialmente e novos ingredientes baseados em recentes descobertas científicas tornam-se disponíveis, a classificação em quatro tipos de pele permanece imutável há anos. Baseado em anos de pesquisa e vivência na dermatologia a Dra. Baumann desenvolveu o “Sistema Baumann de classificação dos tipos de pele”. O sistema é baseado em um questionário com 64 itens que é preenchido de acordo com as respostas dos próprios pacientes. O Sistema avalia 4 parâmetros da pele:
·                     seca ou oleosa
·                     senível ou resistente
·                     pigmentada ou não pigmentada
·                     enrugada ou firme (não enrugada)
Essas categorias descrevem parâmetros que não são mutuamente excludentes. Com isso, teremos 16 tipos diferentes de pele, permitindo uma maior precisão descritiva quando comparamos com a tradicional divisão em 4 tipos.
Enquanto alguns dos pacientes se enquadram num tipo de pele de cada parâmetro, outros podem ser classificados como boderline (ou seja, apresentam características intermediárias entre seca e oleosa, sensível e resistente, pigmentada e não pigmentada, enrugada e firme). Esse sistema é dinâmico, permitindo que se mude a classificação de um paciente caso ele mude de um meio ambiente para um outro com condições que possam provocar alterações na pele. Por exemplo: uma pele classificada como “pele seca boderline”, pode não ter nenhum sintoma de pele seca até que o clima esteja frio e seco; um tipo classificado como “resistente boderline ” pode não ter nenhum quadro de acne ou de erupções se não for submetida a nenhuma situação de estresse, a ponto da pele reagir de um modo mais sensível. Além de discutir a ciência por trás de cada um dos 4 parâmetros de pele, orienta na escolha de produtos cosméticos e “cosmecêuticos” adequados para cada tipo.

Hidratação da pele: Seca (D) x Oleosa (O)
Há vários fatores envolvidos no desenvolvimento da xerose, isto é, da “pele seca”. A pele seca caracteriza-se por uma coloração branco-acinzentada, uma textura áspera e um número de sulcos e rugas significativo. Produtos tópicos desenvolvidos para tratamento da pele seca concentram-se no reparo de três constituintes básicos do estrato córneo: ceramidas, colesterol e ácidos graxos. Hidratantes reparadores de barreira são especialmente apropriados para o tipo de pele seca, sensível (tipo DS). O tipo de pele DS que freqüentemente sofre de eritema (vermelhidão) e prurido (coceira) é passível de apresentar falhas de barreira na camada córnea (camada de células mortas que fica em contato com o meio ambiente) e essas pessoas são mais susceptíveis ao desenvolvimento de eczemas. Para o tipo de pele DS recomenda-se evitar sabões, sabonetes ou detergentes agressivos, pois podem remover os lipídios da pele. Aqueles com a pele muito seca devem também usar produtos que aumentem a água na pele sempre que estiverem em ambientes com baixa umidade. Também devem evitar banhos prolongados, principalmente com água quente ou água clorada, e hidratar a pele freqüentemente (2-3 vezes ao dia). O tipo DS provavelmente tem falhas na barreira córnea que podem deixa-la mais irritada no inverno, em condições climáticas de baixa umidade e/ou usando sabões/sabonetes com forte ação detergente
Pessoas com o tipo de pele oleosa, resistente (OR) raramente sofrem de acne. No entanto, estresse ou flutuações hormonais podem induzir acne nesses pacientes. Nessas circunstâncias, contraceptivos orais, quando apropriados, podem ser usados para prevenção das flutuações hormonais e um produto para lavar o rosto contendo peróxido de benzoíla pode ser usado para prevenção ou na vigência de situações estressantes.

Sensibilidade da pele: Sensível (S) x Resistente (R) 
A pele sensível pode ser melhor descrita como pele hiperreativa, caracterizada por uma fraqueza da camada córnea, deixando a pele mais vulnerável a fatores exógenos (isto é, influências do meio ambiente como frio, calor, variação de temperatura e vento, poluição, uso excessivo de agentes tópicos). A pele sensível (S) é mais propensa a reações adversas. Essas reações, por sua vez, são caracterizadas por uma falha na barreira córnea e uma tendência a experimentar resposta neurosensorial exagerada aos produtos tópicos aplicados.
A pele resistente (R) caracteriza-se por ter um camada córnea que dá resistência à pele, promovendo uma camada protetora eficaz contra alergenos e substâncias irritantes. Essa pele raramente está associada com eritema (exceto eritema solar) ou acne (menos a induzida por estresse ou alterações hormonais). A aplicação de produtos cosméticos raramente produz queixa nesses pacientes com a pele resistente; tipicamente esses tipos podem usar qualquer formulação para cuidado com a pele sem desenvolver reações adversas. Desafortunadamente, pode ocorrer falha na distribuição (penetração) de vários ativos para cuidados com a pele, sendo necessário aumentar a concentração dos ativos para penetrar no estrato córneo de peles resistentes.

Pigmentação da Pele: Pigmentada (P) x Não pigmentada (N)
Esse parâmetro não considera a etnia, ele mensura a tendência para desenvolver manchas escuras indesejadas na face ou tronco. Por exemplo, uma pessoa branca com sardas e cabelo vermelho, assim como uma pessoa negra com melasma podem ser classificadas como tipo P. O tipo P de pele está mais freqüentemente correlacionado com o tipo W ( enrugada) nas pessoas de pele clara por causa do da ligação entre exposição solar com rugas e melanoses solares.
Muitos indivíduos de pele escura têm pele tipo PT, com pequena propensão ao enrugamento. É importante notar, de qualquer forma, que nem todos os pacientes de pele escura sofrem de problemas de pigmentação. Muitos exibem um tom de pele regular e não têm manchas hiperpigmentadas.
Os pacientes que não apresentam manchas e exibem coloração de pele uniforme são classificados como tipo de pele N (não pigmentada) .
Indivíduos com tipo de pele P são melhor tratados com formulações que contém produtos clareadores e despigmentantes. O uso da vitamina C e dos retinóides também é apropriado para os que têm pele ORPW ou DRPW. Produtos contendo soja ou niacinamida previnem o retorno das indesejáveis manchas. Claro que se deve lembrar da proteção solar que é o melhor método de prevenção das manchas na pele.

Pele envelhecida: Enrugada (W) x Firme (T)
Embora existam produtos e procedimentos que podem melhorar a aparência das manchas, além de comportamentos que podem a evitar o desenvolvimento dessas alterações, o parâmetro de pele W/T é , realmente, o único dentre os quatro parâmetros que pode ter um controle pelo indivíduo. Especificamente em referência ao parâmetro P/N, um indivíduo não pode mudar o aspecto genético do envelhecimento da pele mas pode alterar o estilo de vida para reduzir o envelhecimento extrínseco. A exposição solar rotineira é citada como a responsável por 80% do envelhecimento facial. As rugas resultam do dano que ocorre nas camadas dérmicas da pele. Vários estudos demonstraram que os retinóides (produtos com atividade semelhante a da vitamina A) são eficazes na melhora das rugas. O uso consistente de antioxidantes tem provável efeito na prevenção de fatores que contribuem para o envelhecimento extrínseco. O envelhecimento da pele pode ser reduzido através de várias modificações. Especialmente evitando a exposição solar, tabagismo, e poluição irão beneficiar todos os tipos de pele, assim como tendo uma dieta rica em frutas e vegetais, tomando suplementos antioxidantes e usando filtro solar. O uso regular de retinóides sobre prescrição médica pode beneficiar todos os pacientes com tipo de pele W. Por exemplo, para o tipo DW, um creme com retinóide está indicado. Os antioxidantes tópicos que podem beneficiar o tipo W incluem a idebenona, a vitamina C, o extrato de cogumelo ou de romã. Alinhado com o argumento que nem todas as formulações são adequadas para todos os tipos de pele, deve ser notado que uma recomendação de filtro solar deve ser adequada com o tipo de pele. Geralmente, pessoas com pele oleosa preferem filtro solar em gel ou em pó enquanto indivíduos com a pele seca tendem a preferir creme. Pessoas com pele sensível podem se beneficiar com o uso de agentes filtros solares físicos como o óxido de zinco ou o dióxido de titânio, enquanto peles resistentes podem usar filtros solares químicos. A avobenzona, um bloqueador UVA, pode causar irritação em pessoas com tipo de pele sensível. Tipos de pele pigmentada que têm pele escura podem escolher um filtro solar com base (colorido) , minimizando o aspecto branco deixado quando se usa um filtro solar opaco e espesso. Todos os tipos de pele deveriam usar um filtro solar de amplo espectro mesmo que tenham tendência ou não a formação de rugas.

O novo sistema de classificação dos tipos de pele desenvolvido pela Dra. Baumann auxilia muito no planejamento terapêutico do paciente e na escolha dos melhores ativos para tratamento tópico. 

A classificação da pele em quatro tipos, normal, seca, oleosa e mista, foi desenvolvida por Helena Rubinstein, a inventora da indústria cosmética, no início do século XX. Desde então, essa divisão orienta as mulheres – e, de uns tempos para cá, muitos homens – na escolha de cremes e tratamentos para melhorar a aparência do rosto e evitar os sinais da idade. Agora, essa classificação foi ampliada. Depois de estudar 1.400 pacientes durante oito anos, a médica americana Leslie Baumann, chefe do Centro de Dermatologia Cosmética da Universidade de Miami, catalogou a pele humana em nada menos que dezesseis categorias. O resultado está no livro The Skin Type Solution (A Explicação para os Tipos de Pele)Lançada em fevereiro nos Estados Unidos, a obra tornou-se um best-seller e arrancou elogios da comunidade médica. "Trata-se de um avanço inestimável. Não existe classificação mais detalhada e atualizada na dermatologia", disse a VEJA o médico David Leffell, da Escola de Medicina de Yale. Os méritos do trabalho de Baumann não se limitam à sua contribuição científica – estendem-se também à aplicação prática de suas descobertas. A médica ajuda os leigos a descobrir qual o seu tipo de pele, que produtos usar, o que evitar e quais os tratamentos realmente eficazes em cada caso. 
Greg Greer/divulgação
A dermatologista Leslie Baumann: oito anos de pesquisa com 1 400 pacientes resultaram num livro que virou best-seller. "Para não jogar dinheiro fora com cosméticos, é preciso conhecer o próprio tipo de pele", ela diz

Bem diferente da classificação unidimensional de Helena Rubinstein, o sistema criado por Leslie leva em conta quatro características da pele: hidratação, sensibilidade, pigmentação e tendência a enrugar. A hidratação verifica se a pele é seca ou oleosa. O grau de sensibilidade indica se a pessoa tem a pele resistente ou sensível – no primeiro caso, uma barreira celular impede que produtos penetrem em suas camadas mais profundas. A pigmentação determina se a pessoa produz ou não grande quantidade de melanina, o pigmento que protege as células da pele dos efeitos nocivos da radiação solar. Quem fabrica pouca melanina é não pigmentado e quem fabrica muita, pigmentado. Por último, avalia-se se a pele é firme, menos propensa a rugas, ou se tende a enrugar com os anos. Um teste rápido preparado especialmente para VEJA por Leslie Baumann permite ao leitor identificar o próprio tipo de pele (veja o teste). O teste mais elaborado, com 64 perguntas, que consta do livro, está disponível em VEJA on-line. As perguntas investigam desde características genéticas até o estilo de vida de cada pessoa.
A nova classificação elaborada por Leslie Baumann muda muita coisa no cotidiano de quem se preocupa com a saúde e a aparência da pele. Pessoas com pele sensível, por exemplo, são muito sujeitas a alergias e irritações – a maioria dos cremes antiidade disponíveis no mercado contém substâncias que podem danificar a epiderme em vez de tratá-la. Muitas dessas substâncias são festejadas por dermatologistas e consumidores atentos às novidades. Estão presentes na maioria dos produtos cuja venda não exige prescrição médica. Quem nunca ouviu falar do DMAE, o creme "efeito Cinderela", que repuxa a pele no momento em que é aplicado e transformou seu inventor, o médico Nicholas Perricone, numa celebridade? Pois seu princípio ativo, o ácido dimetilaminoetanol, pode causar estragos em quem tem a pele sensível. A vitamina C, outra vedete da dermatologia, também é desaconselhada para os sensíveis, mesmo para aqueles com propensão às rugas.
A pele sensível, que arde e inflama ao entrar em contato com substâncias fortes demais, funciona como um alerta do organismo. O seu oposto, a pele resistente, é mais difícil de tratar. Como tem uma barreira sólida contra os agentes externos, tolera bem qualquer produto. A ironia é que pouquíssimos cremes ou loções são concentrados o suficiente para penetrar nesse tipo de pele e produzir o efeito desejado, seja hidratar, seja atenuar rugas. A saída é usar produtos manipulados. Ao contrário do que muita gente pensa, a pigmentação independe da cor da pele. Negros e morenos são muito pigmentados, pois seus corpos produzem grande quantidade de melanina. Mas quem apresenta pele clara com sardas e manchas também tem pigmentação elevada. Pessoas claras mas com tendência a adquirir marcas onde antes houve incidência de acne são pigmentadas sem saber. Seja qual for o tom da pele, os pigmentados não devem usar certos produtos, como os que contêm soja na formulação. Substâncias presentes na soja agem como o estrógeno, hormônio que provoca manchas. Só os produtos que contêm soja com estrógeno removido podem ser usados por quem tem alta pigmentação.
Uma das pacientes de Leslie Baumann, citada no livro, pagou o equivalente a 200 reais por um creme para atenuar rugas de uma marca famosa sem saber nada sobre a contra-indicação da soja. Além de não se livrar dos pés-de-galinha, ganhou imensas marcas marrons nas bochechas. Os esfoliantes, encontrados em qualquer farmácia e usados por nove entre dez mulheres, também mancham alguns tipos de pele pigmentada. Os exemplos não param por aí. Procedimentos agressivos, mas muito populares atualmente, como peelings químicos, laser ou preenchimentos não servem para qualquer tipo de pele.
"Não discuto a eficiência dos ingredientes. A questão é que eles não funcionam para determinadas pessoas e são excelentes para outras", diz Leslie Baumann. "Para não jogar dinheiro fora, é preciso conhecer mais a fundo o próprio tipo de pele", ela completa. Pesquisas mostram que as americanas gastam em média 300 dólares cada vez que entram numa loja para comprar produtos para a pele. No Brasil, os números também são superlativos. Os brasileiros gastam 500 milhões de dólares por ano com cremes contra o envelhecimento – na maioria das vezes, sem saber se o produto cumprirá sua função.
Há tempos os melhores dermatologistas não se baseiam apenas na antiga classificação dos tipos de pele. Nos consultórios, os médicos questionam os pacientes sobre suas características genéticas e levam em conta hábitos como tomar muito sol e fumar antes de indicar os produtos mais adequados a cada caso. "O problema é que tudo era feito sem uma normatização consistente", diz a médica Érica Monteiro, da Universidade Federal de São Paulo. "O modelo de Baumann foi o primeiro a reunir os avanços tecnológicos e cosméticos numa classificação coerente, o que pode auxiliar muito os médicos na indicação dos tratamentos", conclui Érica. Há outros dois sistemas de classificação de pele consagrados na dermatologia. Um deles, criado pelo médico americano Thomas Fitzpatrick, antigo diretor de dermatologia da Universidade Harvard, avalia a quantidade de melanina de cada pessoa e o risco de doenças por exposição ao sol. O outro foi elaborado pelo médico, também americano, Richard Glogau, e mede o nível de envelhecimento causado pela radiação solar. "O sistema de Baumann é pioneiro na classificação e avaliação de peles saudáveis", diz David Leffell, de Yale.
Os avanços na dermatologia correm junto com o desenvolvimento da indústria cosmética. Até os anos 70, os produtos para a pele restringiam-se a cremes feitos de glicerina e outras substâncias gordurosas. A partir de então, surgiram técnicas que permitiam detectar as reações da pele à aplicação de cosméticos. A quantidade de água no estrato córneo, a camada mais superficial da pele, foi o primeiro alvo desses estudos, que comprovaram a importância de manter a hidratação cutânea. A criação de produtos capazes de disfarçar as marcas do tempo e diminuir o ritmo do processo de envelhecimento foi intensificada nas décadas de 80 e 90. A descoberta mais revolucionária foi o ácido retinóico, um derivado da vitamina A encontrado até hoje nos principais compostos antiidade. O ácido retinóico ou o retinol (sua versão mais branda) estimulam a produção de colágeno, fibra que dá sustentação à pele. O ácido glicólico, extraído da cana-de-açúcar, veio em seguida, para cumprir o mesmo objetivo. Hoje, a indústria cosmética aposta em uma gama infindável de produtos. Com as descobertas de Leslie Baumann, torna-se mais fácil se guiar por esse emaranhado de nomes e substâncias.




No site http://www.sitemedico.com.br/site/beleza/estetica/7039-os-dezesseis-tipos-de-pele há uma avaliação dos 16 tipos de pele que transcrevo abaixo.
NOTA: minha pele (DSPW) corresponde a de número 9 no site http://www.sitemedico.com.br/site/beleza/estetica/7039-os-dezesseis-tipos-de-pele. Lá eles dizem que não devo usar nada que a esfolie. Mas no entanto peelings químicos são indicados.
1) OLEOSA, SENSÍVEL, NÃO PIGMENTADA E PROPENSA A RUGAS . Características: Queima em lugar de bronzear, avermelhada com poros abertos e rugas precoces . O que evitar: Produtos à base de álcool, cremes antiidade e vitamina C . O que usar: Séruns com antioxidantes para hidratação, produtos com antiinflamatórios, como camomila e azuleno, para acne e vermelhidão, cremes com corticóides para dermatites
2) OLEOSA, SENSÍVEL, NÃO PIGMENTADA E FIRME . Características: Ruboriza fácil, veias aparentes no rosto, manchas vermelhas que descascam, sobretudo em torno do nariz, rugas só depois dos 40 anos . O que evitar: Cremes antiidade ou à base de ácidos de frutas e DMAE . O que usar: Os produtos antiinflamatórios, com camomila ou aloe vera, e protetor solar
3) OLEOSA, SENSÍVEL, PIGMENTADA E PROPENSA A RUGAS . Características: Bronzeia fácil, depois surgem manchas marrons ou esbranquiçadas, muita acne e dermatites. Primeiras rugas por volta dos 20 anos .
O que evitar: Produtos como DMAE, ácido lipóico e ácido hialurônico, usados nos tratamentos antiidade, e filtro solar com benzofenona, produto bem comum . O que usar: Contra rugas, cremes com ácido salicílico ou retinol, filtros solares feitos com óxido de zinco, que não irritam a pele e evitam a oleosidade
4) OLEOSA, SENSÍVEL, PIGMENTADA E FIRME Características: Alta incidência de acne, geralmente acompanhada de inflamações. Propensão a alergias e, nas pessoas claras, sardas e manchas de sol . O que evitar: Esfoliantes e cremes antiidade . O que usar: Produtos com camomila, aloe vera e ácido salicílico, que aliviam as inflamações, cremes com retinol para acne e rugas, Loções com ácido kójico para manchas de sol
5) OLEOSA, RESISTENTE, PIGMENTADA E PROPENSA A RUGAS . Características: Aparência lustrosa, com poros largos, acne rara . O que evitar:
A maioria dos cremes e loções não consegue penetrar na pele. Para hidratar a pele e prevenir rugas, a melhor opção são produtos manipulados, sob indicação médica . O que usar: Os esfoliantes para reduzir oleosidade, cremes com coenzima Q10, ginseng, chá verde e vitamina C para rugas, retinol, DMAE e ácido glicólico em alta concentração para amenizar rugas
6) OLEOSA, RESISTENTE, PIGMENTADA E FIRME . Características: A face brilha, principalmente em fotografias, poucas rugas e acne. Mais comum em negros. Em pele clara, maior incidência de sardas e manchas . O que evitar: Na pele clara, produtos com soja, que provocam o aumento das manchas. Na pele escura, tratamentos a laser . O que usar: Vitamina C, retinol, ácido kójico e ácido glicólico são eficazes para remover manchas e prevenir rugas
7) OLEOSA, RESISTENTE, NÃO PIGMENTADA E PROPENSA A RUGAS . Características: Brilho moderado na face, pouca acne, rugas precoces . O que evitar: Hidratantes durante o dia são desnecessários. . O que usar: Produtos com antioxidantes para prevenir o envelhecimento, o retinol controla a oleosidade e previne rugas, tratamentos como laser, dermo-abrasão, peelings profundos e Botox 8) OLEOSA, RESISTENTE, NÃO PIGMENTADA E FIRME . Características: Manchas, vermelhidão ou ressecamento são raros. Dificilmente pega um bronzeado . O que evitar: Hidratantes gordurosos. Se necessário, usar aqueles feitos à base de gel ou loções sem óleo . O que usar: Para limpeza, as loções à base de ácido salicílico, esfoliantes diariamente
9) SECA, SENSÍVEL, PIGMENTADA E PROPENSA A RUGAS . Características: Uma das peles mais problemáticas. Muito fina e seca, apresenta irritações, vermelhidão e descama com freqüência. Arranhões e cortes resultam em cicatrizes. O que evitar: Adstringentes, que irritam a pele, e esfoliantes, que a tornam ainda mais sensível . O que usar: Águas termais em spray antes de aplicar cremes, para aumentar a hidratação, hidratante pela manhã, à tarde e à noite, Botox, preenchimentos e peelings químicos.
10) SECA, SENSÍVEL, PIGMENTADA E FIRME . Características: Sujeita a eczemas, dermatites e descamações. Manchas ásperas e grossas no rosto e no pescoço, ressecamento nas mãos e pálpebras escuras . O que evitar: Adstringentes e esfoliantes, cosméticos com soja que contenham estrógeno . O que usar: Hidratantes com filtro solar e ingredientes simples como óleo de oliva ou manteiga de cacau, antiinflamatórios para eczemas e dermatites, sob orientação médica
11) SECA, SENSÍVEL, NÃO PIGMENTADA E PROPENSA A RUGAS . Características: Ressecada, avermelhada, áspera e sem brilho. Acne moderada, vasos aparentes na face e rugas prococes . O que evitar: Vitamina C, retinol e cremes antiidade. Para quem tem acne, produtos com manteiga de cacau e óleo de côco . O que usar: Hidratantes pelo menos três vezes ao dia, produtos com coenzima Q10, chá verde, extrato de grãos de uva e cafeína para prevenir rugas, antiinflamatórios, sob prescrição médica
12) SECA, SENSÍVEL, NÃO PIGMENTADA E FIRME . Características: Seca, com descamações, vermelhidão e coceiras. Muito alérgica e com espinhas ocasionais . O que evitar: Produtos com álcool, adstringentes e sabonetes agressivos, que tiram a gordura natural da pele. Produtos com retinol . O que usar: Hidratantes fortes, de preferência com filtro solar
13) SECA, RESISTENTE, PIGMENTADA E PROPENSA A RUGAS . Características: Sem acne, alergias, irritações ou rugas até os 40 anos. Fácil de bronzear . O que evitar: Produtos com álcool, sabonetes e loções adstringentes .
O que usar: Para prevenir ou atenuar rugas, retinol ou ácido retinóico receitado por dermatologistas, Cremes para o rosto e a área dos olhos com antioxidantes em doses alta, agentes clareadores, como vitamina C, que aumenta a produção de colágeno e ajuda a diminuir manchas, esfoliantes quatro vezes por semana
14) SECA, RESISTENTE, PIGMENTADA E FIRME . Características: Seca, com descamações no rosto e no pescoço. Áspera nos joelhos e cotovelos. Sardas ou manchas de sol . O que evitar: Peelings químicos e tratamentos a laser, que acentuam as manchas escuras. Produtos com soja e estrógeno . O que usar: Hidratantes com filtro solar, para evitar manchas e sardas, produtos com retinol e vitamina K para hidratação
15) SECA, RESISTENTE, NÃO PIGMENTADA E PROPENSA A RUGAS . Características: Pele bem clara, típica do norte da Europa, delicada e sem sardas ou manchas . O que evitar: Sabonetes e xampus com detergentes, produtos com álcool e adstringentes . O que usar: Até os 30 anos, a hidratação com produtos ricos em antioxidantes como vitamina C e E, chá verde e coenzima Q10. A partir dessa idade, produtos à base de retinol, com prescrição médica, Para prevenir rugas, cremes com ácido hialurônico, colágeno e elastina
16) SECA, RESISTENTE, NÃO PIGMENTADA E FIRME . Características: Pele típica de loiros ou morenos claros. Não bronzeia . O que evitar: Produtos à base de álcool e adstringentes . O que usar: Hidratantes tradicionais, à base de glicerina e água de rosas, são baratos e eficientes

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

* Será que os cosméticos reduzem mesmo as rugas?

http://www.dermatologia.net/novo/base/estetica/est_acidos.shtml

Ácidos x envelhecimento
Uma notícia publicada em revista de grande circulação, dizia que os ácidos, usados a longo prazo para o rejuvenescimento, estariam, ao contrário, provocando o envelhecimento da pele. Afinal, depois de tanto tempo utilizando os produtos com finalidade de melhorar a pele, as pessoas estariam na verdade prejudicando-a?
O artigo afirmava que, como os ácidos deixam a pele mais fina, esta fica mais vulnerável à ação dos raios ultra violeta do sol, principal responsável pelo envelhecimento cutâneo, favorecendo-o.
A verdade
Não há dúvida de que os tratamentos realizados com ácidos deixam a epiderme (camada mais superficial da pele) mais fina e a pele mais sensível ao dano solar. No entanto, quem está fazendo tratamento com estes produtos é sempre orientado a proteger a pele do sol constantemente, utilizando filtros solares com alto fator de proteção no seu dia a dia, além de chapéu e barracas quando vai à praia.
Quem não está disposto a evitar o sol, não deve fazer estes tratamentos. Querer tratar a pele sem abrir mão de se queimar ao sol é uma contradição, pois é a radiação solar a principal responsável pelo envelhecimento. Veja abaixo a diferença entre a pele do dorso da mão, exposta constantemente ao sol, e a pele do abdômen, protegida pela roupa.
Fotoenvelhecimento
 
Por outro lado, os ácidos provocam a renovação celular, regularizam a superfície cutânea, atenuam manchas e rugas e estimulam a produção de colágeno dando melhor elasticidade à pele. O conjunto de alterações provocadas pelo tratamento leva a uma pele de aspecto rejuvenescido e com mais viço.
Estudos científicos, nos quais se examina um pequeno fragmento de pele ao microscópio antes e depois do tratamento com ácido retinóico, mostraram que a pele tratada tem características de uma pele mais jovem do que aquela de antes do tratamento.
Definitivamente, desde que sejam respeitadas as exigências de proteção adequada da pele contra a exposição solar, os tratamentos com ácidos não levam ao envelhecimento, ao contrário, o resultado final é de rejuvenescimento.
Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista


http://blogbulledebeaute.com/rosto/existem-cremes-melhores-do-que-o-botox.html

O site dermatologia.net trouxe um artigo interessante sobre uma pesquisa que compara 3 cremes que prometem combater as rugas de forma igual ou melhor do que o Botox com o tratamento com a própria toxina botulinica.
Segundo o site, cada vez mais, um número maior de cosméticos, comumente usados pelos consumidores para o tratamento de rugas faciais, anunciam em sua publicidade que seus efeitos são comparáveis aos da toxina botulínica (BOTOX®).
Para verificar se estes produtos teriam mesmo esta eficácia, o doutor Kenneth Beer, dermatologista e membro da Sociedade Americana de Dermatologia, ministrou um estudo comparando a toxina botulínica com produtos de uso tópico, como cremes e géis, no tratamento de linhas e rugas de expressão da região glabelar (entre os supercílios).
É importante mencionar que a toxina botulínica foi comparada com 3 cremes tópicos que prometem, em suas propagandas, eficácia comparável ao tratamento com a toxina. O estudo incluiu também a comparação dos produtos com injeções de placebo (soro fisiológico), que não teriam efeito algum sobre as rugas.



Os três produtos foram:
StriVectin-SD (Klein-Becker USA, Salt Lake City, UT, USA): segundo o anúncio esse é o creme anti-rugas mais vendido nos EUA, no site amazon o produto é vendido pela bagatela de US$ 135,00! Mesmo assim recebeu 4 (de 5 possíveis) estrelas na avaliação dos compradores do site.
DDF Wrinkle Relax (Doctor’s Dermatologic Formula, HDS Cosmetics, Inc., Yonkers, NY, USA) custa US$ 82,00 no mesmo site e não foi avaliado.
Já o HydroDerm (Hydroderm, Beverly Hills, CA, USA) é o mais baratinho e custa “só” US$ 58,99
A conclusão do estudo é que o tratamento com a toxina botulínica é significantemente mais efetivo para redução de rugas quando comparado ao tratamento com cremes tópicos, tendo sido eficiente em 86% dos pacientes que o utilizaram e que tiveram suas rugas e linhas de expressão reduzidas em no mínimo 50%, na quarta semana do estudo.
Por outro lado, o mesmo não aconteceu nos pacientes em tratamento com os cremes faciais, nos quais a redução de rugas não se diferenciou dos resultados obtidos com o placebo em nenhum momento.

Segundo o autor, este estudo pioneiro demonstra que enquanto cremes cosméticos podem diminuir a aparência de algumas rugas finas, eles não podem oferecer o mesmo nível de melhora em rugas moderadas a severas, como fazem as injeções de toxina botulínica.

* Rejuvenescimento: parece ficção científica (ainda em testes)

http://blogbulledebeaute.com/rosto/fim-das-rugas-e-da-flacidez-facial-realidade-ou-ficcao-cientifica.html

Lulus de todo o mundo podem ir preparando o cofrinho! Divulgo em primeira mão a conclusão da fase II dos ensaios clínicos da Isolagen com resultados bastante positivos. Entre as 40 voluntárias que testaram o Isolagen, 83% delas avaliaram o resultado do produto como muito positivo na redução das rugas após 6 meses de tratamento, que é o período considerado chave para a avaliação. Nunca ouviu falar nisso? Pois então aguarde e verá que a tendência é o Isolagem ser tão, ou mais, famoso que o Botox.
Leitoras do Bulle enxergam longe!
Leitoras do Bulle enxergam longe!




Mas o que é isso afinal? É a terapia anti-envelhecimento mais moderna que existe e que parece coisa de ficção científica. Funciona assim:




Um cirurgião faz uma biópsia de 3mm na parte de trás da sua orelha (ai!, mas continua lendo…), daí entre 6 e 8 semanas milhões de células de fibroblastos (aquelas que fabricam colágeno e que  se aposentam depois de 45-50 anos…) são cultivadas. Essas células são identificadas como suas e armazenadas em nitrogênio líquido. A partir daí elas estão prontas para serem injetadas nos locais onde vão consertar os estragos do tempo em aplicações semanais ou quinzenais, e voilá essas células se multiplicam, produzem mais colágeno e funcionam como se você tivesse de volta 18 anos. É praticamente uma máquina do tempo ;-)
Claro que a máquina não é baratenha né, meu bem (volte para a primeira frase desse post)! Na Austrália onde o tratamento já é realizado por cerca de 300 médicos o custo fica em torno de US$ 5.000,00 (valor semelhante a uma cirurgia plástica de lifting facial).
Como o tratamento está em fase de teste ainda não se sabe a duração do seu efeito milagroso, mas já se sabe que ele é de pelo menos 8 anos (ou seja, muito mais do que o Botox).
O resultado da segunda fase de teste nos EUA foi divulgado hoje e já é um dos artigos mais lidos pelos dermatologistas do mundo todo.